Atitudes filosóficas na iniciação científica: breves considerações e reflexões

Rubem Almeida Mariano

Resumo


O presente artigo tem como objetivo fazer breves considerações e reflexões sobre a formação básica dos novos pesquisadores na Iniciação Científica. Esse trabalho, por sua vez, nasceu da seguinte preocupação: será que a formação científica que se tem na iniciação prepara novos pesquisadores que levem em conta a vida e sua preservação. A partir dessa preocupação, elaborou-se o seguinte problema: quais as atitudes necessárias que os novos pesquisadores têm de ter, em sua prática na iniciação científica, para a produção de novos conhecimentos que vislumbrem a vida, suas mais diversas formas e sua preservação? Este artigo buscou apresentar, de forma breve, as contradições do fazer ciência, que se dá na realidade de maneira conflituosa entre vida e morte, benefícios e malefícios à humanidade, bem como apresentar quatro atitudes filosóficas que se julga servirem para formação do iniciante à pesquisa científica, contribuindo, assim, para um perfil crítico e humanístico. As atitudes foram as seguintes: radicalidade, rigorosidade, totalidade e criticidade. Ressaltou, ainda, a ética da responsabilidade como imprescindível na fundamentação dessas atitudes com vistas ao bem maior, a vida e suas mais diversas manifestações.

Palavras-chave


filosofia; iniciação científica; ciência; vida; ética

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Iniciação Científica Cesumar
Unicesumar, Maringá (PR), Brasil
ISSN 2176-9192 On-line
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ISSN 1518-1243 Versão impressa interrompido em 2019

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