Capacidade Pulmonar e Força Muscular Respiratória em Crianças Obesas

Sonia Maria Marques Gomes Bertolini, Luciana Cláudia da Costa Koseki

Resumo


Este estudo teve como objetivo verificar a influência da obesidade infantil na capacidade pulmonar e na força da musculatura respiratória. Foram avaliadas 162 crianças de ambos os gêneros, estudantes de 2 escolas da rede pública da cidade de Maringá - Paraná, com faixa etária entre 8 e 11 anos, sendo 85 do gênero masculino e 77 do gênero feminino. Para coleta de dados, além da ficha de avaliação foram utilizados um espirômetro e um manovacuômetro. Verificou-se que 63,46% das crianças obesas possuíam capacidade funcional pulmonar normal. Já as crianças não obesas e com a capacidade funcional normal representaram 57,27% da amostra. A pressão inspiratória máxima com valores normais em crianças obesas teve um percentual de 71,15%, já em crianças não obesas o percentual encontrado foi de 63,46%. Os valores de normalidade da pressão expiratória máxima em crianças obesas foram de 63,46%, e para as crianças não obesas a pressão expiratória máxima foi normal em 58,18%. A análise estatística não revelou correlação entre os parâmetros de função pulmonar e as medidas antropométricas indicando que a obesidade infantil moderada não interfere na capacidade funcional ventilatória, bem como na força da musculatura respiratória.

Palavras-chave


Broncoespirometria; Espirometria; Obesidade.

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Saúde e Pesquisa
Unicesumar, Maringá (PR), Brasil
ISSN 2176-9206 On-line
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ISSN 1983-1870 Versão impressa interrompido em 2019

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