MOBILIDADE NA MARCHA, RISCO DE QUEDAS E DEPRESSÃO EM IDOSOS INSTITUCIONALIZADOS E NÃO INSTITUCIONALIZADOS

Camila Costa, Carla Gabriela Kemer, Daniel Vicentini Oliveira, Mateus Dias Antunes, José Roberto Andrade do Nascimento Júnior, Cristina Cristovão Ribeiro da Silva

Resumo


Este artigo tem como objetivo comparar o risco de quedas, indicativos de depressão e mobilidade na marcha de idosos institucionalizados e idosos frequentadores de um centro de convivência do município de Foz do Iguaçu, estado do Paraná. Trata-se de um estudo transversal, constituído por 26 idosos de ambos os sexos, sendo 13 institucionalizados (ILPI) e 13 frequentadores de um centro de convivência (CCI). Foi utilizado um questionário sociodemográfico, a Escala de Equilíbrio de Berg, escala de depressão geriátrica e o teste Timed Up and go. A análise dos dados foi realizada mediante os testes Shapiro-Wilk, “U” de Mann-Whitney, a correlação de Spearman e o teste Qui-quadrado e o teste exato de Fisher. Foi adotada a significância de p < 0,05. Ressalta-se que, significativamente, idosos do CCI apresentaram menor indicativo de depressão (p = 0,009), menor risco de quedas (p = 0,001) e melhor mobilidade na marcha (p = 0,001) em detrimento dos idosos do ILPI. Após a identificação de que os idosos institucionalizados apresentam maior risco de quedas, dificuldade na marcha e de sinais depressivos quando comparados aos não institucionalizados, surge um desafio para os serviços de saúde no enfrentamento da incapacidade funcional ao longo da vida.

Palavras-chave


Envelhecimento; Gerontologia; Atividade Motora, Promoção da Saúde.

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DOI: http://dx.doi.org/10.17765/1983-1870.2017v10n2p293-300

Saúde e Pesquisa
Unicesumar, Maringá (PR), Brasil
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