Comentários do leitor

0243 Com Estampa Contendo Disney Quadrinhos, Retrô

por João Rafael Pires (2018-05-14)


A grande vantagem de utilizar prateleiras é a possibilidade de adicionar novas — sem estragar a composição — sempre que sua coleção aumentar e precisar de mais espaço. No entanto, muitas vezes há a necessidade de furar as paredes para instalar as prateleiras, que pode não ser tão prático.

estantesLembre-se, comprar miniaturas pela internet é só em último caso, pois você tem que pagar frete, corre risco da peça vir quebrada por causa do transporte, etc. Faça uma lista com que você quer comprar e que já saiu das bancas e compre apenas essas, deixe as demais para comprar conforme forem chegando às bancas e economize a grana do frete e aborrecimento de ter que devolver uma peça quebrada pelos correios.

Grande leitora de quadrinhos eu não sou, mas de vez em quando curto fazer umas incursões. Os fãs de quadrinhos que me lerem vão me achar uma boba, mas fico ainda super-ultra-deslumbrada quando eles são sobre a vida real. Os resquícios de quem passou a infância toda lendo Turma da Mônica e sendo feliz. deslumbre foi assim com Maus, do Art Spiegelman, que é absurdo de bom ao contar a história de uma família judia em meio ao holocausto. E aí me deparo também com a série Fracasso de Público (no original, Box Office Poison), do Alex Robinson, dividida em três volumes: Heróis Mascarados e Amigos Encrencados, Desencontro de Titãs e Adeus.

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Ao olhar para meu exemplar de Asterix e os Godos na estante para discos de vinil, já amarelado, com as páginas se descolando pelo tempo, sempre me vem a lembrança de minha avó. Dona Ioni sempre me incentivava a ler, tinha certo entusiasmo com a minha trajetória nas HQs, comentava de sua juventude onde tinha contato com publicado no Suplemento Juvenil e Gibi.

Todos os colecionadores tem uma grande estima por seus itens de coleção e especialmente aqueles raros e exclusivos. A CCXP é um momento único para que trabalho de muito tempo - para alguns, até anos - possa ser valorizado pelas pessoas que cultuam próprio meio. A realidade do quadrinista independente no Brasil ainda é muito complicada. A maioria das pessoas tem um outro trabalho de onde tiram sustento", diz Marcio Goti - que vem à feira lançar HQs e sketchbooks -, que num tom otimista completa, (mas) mercado vem numa ascendente, futuramente a gente pode viver numa realidade como a da França, em que os autores vivem de quadrinhos autorais".

Com tempo, as revistas que não são vendidas vão paras as caixas da próxima foto. Elas ocupam espaço maior da loja, só com revistas mais antigas. É um corredor bem grande com edições de vários anos. Esse espaço é dedicado quase integralmente aos quadrinhos de grandes editoras dos Estados Unidos e da Inglaterra. Talvez seja sensacional para colecionadores em busca de alguma edição avulsa perdida. Quando visito a loja nunca passo muito tempo ali. Meu lugar preferido é uma sala anexa a esse corredor, dedicado aos quadrinhos independentes, que também tem revistas infantis. No momento está abarrotado de obras dedicados a Hora da Aventura.

Por causa da catalogação no Guia dos Quadrinhos, tenho dado prioridade às edições brasileiras. Mas tenho muita coisa gringa sim. Da França, Argentina, Uruguai, Portugal, Inglaterra, Dinamarca, Rússia, Cuba, Peru. As pessoas costumam me trazer quadrinhos dos países que visitam e eu adoro receber esses presentes, é legal para entender como essa cultura dos quadrinhos funciona por lá.

estantesAfinal, reunir em uma única coleção as cerca de 500 HQs escritas e desenhadas por Carl Barks - Homem dos Patos", criador do Tio Patinhas e celebrado em todo mundo como maior quadrinhista Disney de todos os tempos -, com tanto apuro gráfico e editorial, foi um presente tão inesperado quanto valioso para os fãs brasileiros, até então acostumados a ver apenas leitores de outros países serem brindados com publicações desse naipe.

diário de Anne Frank foi publicado pela primeira vez em 1947 e faz parte do cânone literário do Holocausto. E agora, pela primeira vez, vem à luz esta edição em quadrinhos. roteirista e diretor cinematográfico Ari Folman e ilustrador David Polonsky demonstram com essa adaptação a dimensão e a genialidade literárias da jovem autora. Eles tornam visual, contemporâneo documento histórico de Anne Frank e traduzem contexto da época no qual foi escrito. Baseada na edição definitiva do diário, autorizada por Otto Frank, pai de Anne, esta versão em quadrinhos torna tangível destino dos oito habitantes do Anexo durante seus dias no esconderijo.

Os ovos de ouro deste tipo estão nos consoles limitados caríssimos e lindos que se tornam tesouro numero 1 dos colecionadores de console, porém consoles raros e antigos como PC engine são item obrigatório de um colecionador de consoles. problema é tamanho da sua casa, pois consoles ocupam, muito espaço tornando esta coleção uma das mais hardcores do gênero.