Comentários do leitor

Tem Na Minha Estante

por Bianca Lima (2018-06-24)


estante para vinilAs estantes para quartos costumam ser muito utilizadas pelas pessoas mais organizadas já que suas prateleiras são abertas e se você for tipo de pessoa que tira uma coisa do lugar e sempre devolve no lugar errado, é melhor nem pensar em ter uma estante para vinis. Muitas coisas para organizar e guardar pedem estantes com espaço generoso. E, ao invés de ter várias delas, há projetos que trazem apenas uma, ocupando paredes inteiras de um único ambiente ou mesmo extravasando os limites desse ambiente, atendendo mais de um cômodo de uma vez.

Leitores simples: Se você está procurando por algo simples e rápido, que abre os seus quadrinhos e sai do caminho para que você apenas leia, Comical é uma boa escolha no Windows. Para Linux, recomendo Comix , que está nos repositórios do Ubuntu e é similar em termos de recursos. Comical também existe para Mac OS, mas no sistema da Apple eu recomendaria FFView , que é similar, mas nativo. Todos estes leitores foram feitos para serem leves, então eles não têm muitos recursos, mas todos têm algumas noas opções de visualizações, como rotacionar tudo em 90 graus (para que você possa virar laptop como se fosse um livro) e preencher a tela com a página de várias formas.

Confesso que alguns dos meus gibis que guardo desde a época em que comprava nos sebos estão em estado bem precário também, e nem é tanto por falta de cuidado, porque alguns já vinham detonados da banca, mas quem disse que eu me importava com isso antigamente? Se tinha super-herói na capa, importante era prazer da leitura… Mesmo que viessem faltando algumas páginas, que outras estivessem riscadas de caneta e etc.

Recentemente comecei com a ideia colecionar jogos antigos. Como estamos numa fase econômica ruim, e importar está saindo mais caro, estou indo devagar. Meu interesse atual é comprar os jogos 8-bit e 16-bit que marcaram minha infância, originais e bem conservados.

Todos por aqui já conhecem a minha paixão pelo universo criado por LoveCraft, e em um de meus passeios pelas livrarias da vida descobri uma obra em hq inspirada no mesmo. Estou falando do "Despertar do Cthulhu em quadrinhos". Minha nova paixão, e como eu me apaixono fácil por livros.

Abaixo, segue uma das entrevistas que fiz para a matéria, com escritor e roteirista Ivan Jaf, autor do lançamento Dom Casmurro, da Editora Ática. Além de adaptar Dom Casmurro, Jaf transpôs para os quadrinhos histórias Cortiço, Guarani, A Escrava Isaura e Memórias de um Sargento de Milícias. Também adaptou obras de Edgar Alan Poe, Julio Verne e E.T.A. Hoffmann, entre outros.

Colecionador é um daqueles personagens que pouco aparecem em uma história, mas todo enredo gira em torno dele. Fã de carteirinha dos gibis, estudante Leonardo Polch, 26 anos, lamenta não ter mais tanto tempo para ler suas histórias favoritas. Antes de entrar na faculdade, ele comprava, em média, oito HQs por mês. Agora, precisa priorizar seus estudos. universitário relembra que foi irmão mais velho que emprestou a ele seu primeiro gibi - As aventuras do Superman. Mesmo com a vida corrida, Leonardo mantém um acervo de cerca de 3 mil quadrinhos. E avisa: Apesar de muita gente não acreditar, gibi é cultura", garante Leonardo. Fã de Batman e de quadrinhos adultos como Constantine, universitário lembra de uma aquisição que fez através da Estante Virtual. Comprei um HQ que procurava há tempos, A Morte do Superman. Gibis raros como este são difíceis de encontrar. As lojas não deixam disponível nas prateleiras por medo das pessoas deteriorarem a revista".

Na matéria que fizemos sobre Sidney Gusman , falamos da sua vontade de ver Quadrinhos voltar a ser meio de comunicação de massa". Já parou para pensar que isso significa? Gibis seriam como jornais, revistas, livros e etc. Livros? gibis? Do que raios ela está falando?!" Você bem pode estar pensando exatamente isso. E a culpa é dessas ideia que se criou do que é ou não comunicação e de quem pode praticar" jornalismo.

A pouco tempo adquiri minha primeira estante, foi planejada mas tive dúvidas em algumas coisas, especialmente quanto material. Inicialmente eu queria de madeira pela questão da resistência, mas designer me recomendou MDF, pela questão dos cupins, e acabei aceitando (também pela questão do preço, claro). É bom saber que realmente este é material mais indicado.

Por volta de 2009 a Mattel (detentora da Hot Wheels) adquiriu a Matchbox e infelizmente a retirou do mercado brasileiro, que me obrigou a partir para compras via Internet. Passei a participar de comunidades de colecionadores diecast nas redes sociais, inicialmente no Orkut e depois com Facebook. Isso permitiu um salto de qualidade na minha coleção, pois observava as coleções de amigos virtuais há mais tempo no hobby e passei a conhecer outras marcas bem detalhistas (Greenlight, Johnny Lightning, Jada, M2 Machines, Kyosho, Minichamps, Welly entre outras). Algumas marcas são pouco comercializadas no Brasil e passei a me aventurar a partir de 2011 em compras internacionais pelo Ebay (site similar ao Mercado Livre, porém com muito mais opções de itens). Entretanto a alta recente no valor do dólar e as taxações da Receita Federal mesmo em compras abaixo de $50 têm inviabilizado as compras internacionais.