Sequestro florestal de CO2 em clube campestre: opção para compensação de emissões de frota de ônibus urbano

Autores

  • Sirlene Gomes Pessoa Centro Universitário de Várzea Grande - UNIVAG
  • Isaltino Alves Barbosa Centro Universitário de Várzea Grande - UNIVAG
  • Lucas Ferreira Keunecke Centro Universitário de Várzea Grande - UNIVAG
  • Diego de Almeida Gomes Centro Universitário de Várzea Grande - UNIVAG
  • Marcos Luiz Cocco Centro Universitário de Várzea Grande - UNIVAG
  • Diego Ricci Macena Centro Universitário de Várzea Grande - UNIVAG

DOI:

https://doi.org/10.17765/2176-9168.2012v5n1p%25p

Palavras-chave:

Compensação, Equações Alométricas, Remoção de CO2

Resumo

Objetivou-se neste estudo estimar o sequestro de dióxido de carbono (CO2) de espécies florestais nativas e exóticas do clube campestre da Associação dos Funcionários da Fazenda do Estado de Mato Grosso (AFFEMAT) e confrontar essa remoção com as emissões de CO2 da frota de ônibus urbanos de Cuiabá - MT. Utilizando como método as equações alométricas, para uma área de 100m2, chegou-se ao resultado de 2,71t/CO2 removidas pelas espécies nativas e 13,37t/CO2 pelas espécies exóticas. Concluiu-se que 100m2 de área com espécies nativas (2,71t/CO2) compensam as emissões de 9 (nove) ônibus trabalhando um dia na capital cuiabana e as remoções pelas espécies exóticas (13,37t/CO2) compensam as emissões de um ônibus trabalhando durante 48 (quarenta e oito) dias. Por conseguinte, são necessários 12 hectares de área florestal para remover as emissões de CO2 de toda a frota por um período de 1 (um) mês. Neste sentido, sugere-se aos representantes governamentais e gestores públicos que promovam maiores investimentos em áreas verdes urbanas, considerando sua importância na sustentabilidade tanto do campo quanto da cidade.

Biografia do Autor

Sirlene Gomes Pessoa, Centro Universitário de Várzea Grande - UNIVAG

Mestre em Agronegócios e Desenvolvimento Regional; Docente da Graduação em Poluição de Ar e Mercado de Carbono pela Faculdade de Engenharia Ambiental do Centro Universitário de Várzea Grande – UNIVAG/MT; Economista; E-mail: [email protected]

Isaltino Alves Barbosa, Centro Universitário de Várzea Grande - UNIVAG

Mestre em Recursos Hídricos pela Universidade Federal do Mato Grosso – UFMT; Docente de Graduação em Modelagem Ambiental pela Faculdade de Engenharia Ambiental do Centro Universitário de Várzea Grande – UNIVAG/MT; E-mail: [email protected]

Lucas Ferreira Keunecke, Centro Universitário de Várzea Grande - UNIVAG

Discente deEngenharia Ambiental da Faculdade de Engenharia Ambiental do Centro Universitário de Várzea Grande – UNIVAG/MT; E-mail: [email protected]

Diego de Almeida Gomes, Centro Universitário de Várzea Grande - UNIVAG

Discente de Engenharia Ambiental da Faculdade de Engenharia Ambiental do Centro Universitário de Várzea Grande – UNIVAG/MT; E-mail: [email protected]

Marcos Luiz Cocco, Centro Universitário de Várzea Grande - UNIVAG

Discente de Engenharia Ambiental da Faculdade de Engenharia Ambiental do Centro Universitário de Várzea Grande – UNIVAG/MT; E-mail: [email protected]

Diego Ricci Macena, Centro Universitário de Várzea Grande - UNIVAG

Discente de Engenharia Ambiental da Faculdade de Engenharia Ambiental do Centro Universitário de Várzea Grande - UNIVAG./MT; E-mail: [email protected]

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Publicado

2011-12-08

Como Citar

Pessoa, S. G., Barbosa, I. A., Keunecke, L. F., Gomes, D. de . A., Cocco, M. L., & Macena, D. R. (2011). Sequestro florestal de CO2 em clube campestre: opção para compensação de emissões de frota de ônibus urbano. Revista Em Agronegócio E Meio Ambiente, 5(1). https://doi.org/10.17765/2176-9168.2012v5n1p%p

Edição

Seção

Meio Ambiente