<b>Alterações nos Teores de Cálcio, Magnésio e Potássio de um Argissolo Vermelho-Amarelo Irrigado com Efluente de Piscicultura, em Ambiente Protegido

  • Hudson do Vale de Oliveira UFERSA
  • Francisco Bezerra Neto UFERSA
  • Celicina Maria da Silveira Borges Azevedo UFERSA
  • Cybelle Barbosa e Lima UFERSA
Palavras-chave: Fertirrigação, Fosfato natural, Integração agricultura, Aqüicultura, Fertirrigation, Natural Phosphate, Integration Agriculture, Aquiculture

Resumo

Com o objetivo de verificar as alterações nos teores de cálcio, magnésio e potássio do solo irrigado com efluente de piscicultura, em uma casa de vegetação na UFERSA foi realizado um experimento utilizando o delineamento inteiramente casualizado com quatro repetições, com os tratamentos resultando de um esquema fatorial (2x3x2): 2 águas de irrigação (poço - PÇ e efluente de piscicultura - EF), 3 fontes de fósforo (fosfato natural - FN, fosfato solúvel - FS e controle - CO) e 2 substratos (com matéria orgânica - CM e sem matéria orgânica - SM), resultando 12 tratamentos. O solo utilizado no experimento foi o argissolo vermelho-amarelo e para o preparo do substrato foi utilizado como fonte de matéria orgânica esterco bovino curtido na proporção de 3:1 (solo:esterco). O experimento foi conduzido em vasos com capacidade de 20dm3 de solo, que foram irrigados de acordo com os tratamentos durante 60 dias. Verificou-se que o superfosfato simples aumentou o teor de cálcio trocável no solo com relação à testemunha. Os teores de magnésio e de potássio trocável no solo aumentaram com a adição da matéria orgânica. Verificou-se, ainda, que o efluente fez aumentar o teor de potássio no solo. A irrigação com efluentes de piscicultura é uma alternativa viável para as condições de semi-árido, uma vez que a maioria dos solos dessa região é pobre em nutrientes e a adição dos nutrientes presentes no efluente funciona como uma fertirrigação.

Biografia do Autor

Hudson do Vale de Oliveira, UFERSA
Bolsista PIBIC/CNPq/UFERSA; Discente do curso de Agronomia do Departamento de Ciências Vegetais da Universidade Federal Rural do Semi-Árido – UFERSA, Mossoró-RN.
Francisco Bezerra Neto, UFERSA
Docente Associado I do Departamento de Ciências Vegetais da Universidade Federal Rural do Semi-Árido - UFERSA, Mossoró-RN.
Celicina Maria da Silveira Borges Azevedo, UFERSA
Docente Associada do Departamento de Ciências Animais da Universidade Federal Rural do Semi-Árido - UFERSA, Mossoró-RN.
Cybelle Barbosa e Lima, UFERSA
Discente do Doutorado em Fitotecnia do Departamento de Ciências Vegetais da Universidade Federal Rural do Semi-árido - UFERSA, Mossoró-RN.
Publicado
2008-08-13
Seção
Meio Ambiente