Função executiva de idosos institucionalizados e comunitários: relação com capacidades cognitivas e funcionais

Alessandra Vieira Menezes, Alessandra da Silva de Aguiar, Elysama Fernandes Alves, Layse Biz de Quadros, Poliana Penasso Bezerra

Resumo


O objetivo do estudo é caracterizar o perfil demográfico e capacidades cognitivas e funcionais de idosos institucionalizados e não institucionalizados, verificando a associação com a função executiva. A amostra incluiu 25 indivíduos comunitários (20 mulheres; 69,52±8,99 anos) e 26 institucionalizados (11 mulheres; 74,69±7,94 anos; 47,03±58,31 meses de institucionalização). O grupo institucionalizado apresentou escores inferiores nas avaliações cognitivas e funcionais (ρ<0,001; teste de Mann-Wihtney). A função executiva, avaliada pela Bateria de Avalição Frontal, apresentou correlação positiva (teste de Spearman) com Fluência Verbal (ρ=0,818), Mini-exame do Estado Mental (ρ=0,649), Índice de Barthel (ρ=0,468) e Pfeffer (ρ=-0,70) no grupo institucionalizado e apenas com a fluência verbal (ρ=0,523) no grupo comunitário. O maior comprometimento da função executiva no grupo institucionalizado pode estar relacionado à maior dependência funcional e declínio cognitivo observado.

Palavras-chave


Instituição de longa permanência para Idosos; Saúde do idoso institucionalizado; Função executiva; Cognição

Texto completo:

PDF


DOI: http://dx.doi.org/10.17765/1983-1870.2016v9n3p405-414

Saúde e Pesquisa
Unicesumar, Maringá (PR), Brasil
Contato: naep@unicesumar.edu.br
ISSN 1983-1870 Impressa
ISSN 2176-9206 On-line

Licença Creative Commons
Este obra está licenciado com uma Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial 4.0 Internacional.