MOTIVAÇÃO, BEM-ESTAR E AUTOESTIMA DE PRATICANTES DE DIFERENTES MODALIDADES DE EXERCÍCIO FÍSICO

Thays da Cruz Silva, Gabriel Lucas Morais Freire, Olga Santana Guimarães Morais, Jose Roberto de Andrade do Nascimento Junior

Resumo


Este estudo transversal investigou a motivação, o bem-estar e a autoestima entre 31 praticantes (24 mulheres e 7 homens) com média de idade de 30,41 anos (± 7,85) de três modalidades de exercício (treinamento funcional (n=10), musculação com (n=11) e sem (n=10) personal trainer) de academias das cidades de Petrolina (PE) e Juazeiro (BA). Foram utilizados a Escala de Bem-Estar Subjetivo, a Escala de Autoestima de Rosenberg e o Questionário de Regulação de Conduta no Exercício 2. Os resultados evidenciaram que os praticantes de treinamento funcional apresentaram maior afeto positivo e menor escore de regulação identificada (r=-0,34) do que os praticantes de musculação com e sem personal. Verificaram-se as seguintes correlações significativas: afeto positivo com regulação identificada (r = -0,34), regulação introjetada (r = -0,31) e regulação externa (r = -0,30); e satisfação com a vida com regulação identificada (r = -0,28). Pode-se concluir que o tipo de exercício pode ser considerado um fator interveniente no afeto positivo e na identificação do indivíduo com o exercício, e que o afeto positivo está inversamente associado às regulações da motivação.

Palavras-chave


Motivação; Bem-estar; Autoestima; Exercício.

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DOI: http://dx.doi.org/10.17765/2176-9206.2019v12n2p359-366

Saúde e Pesquisa
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