Caracterização dendrométrica de Eucalyptus dunnii Miaden com quatro intensidades de desbaste alto

Autores

DOI:

https://doi.org/10.17765/2176-9168.2026v19.e14103

Palavras-chave:

Manejo Florestal, Redução de área basal, Volume por hectare

Resumo

O desbaste permite diferentes formas de condução, sendo o desbaste alto relevante por aumentar o diâmetro das árvores e gerar madeira de melhor qualidade. Este estudo teve como objetivo caracterizar um povoamento de Eucalyptus dunnii Miaden submetido ao desbaste seletivo alto, com intensidades distintas. Os regimes de manejo foram quatro: sem desbaste (T) e remanescentes de área basal de 12 (G12), 14 (G14) e 16 m² ha?¹ (G16). Todos os tratamentos com desbaste visaram uma população final de 250 árvores ha?¹, com diferentes intensidades ao longo do tempo. Foram analisados diâmetro à altura do peito (D), altura total (H), área basal e volume individual e total por estatística descritiva, histogramas de densidade e teste de Scott-Knott. O desbaste seletivo alto aumentou significativamente o D e o volume individual (v). A altura não foi afetada a partir dos 12 anos. Até os 11 anos, G14 e G16 apresentaram os maiores volumes por hectare, enquanto aos 19 anos o maior estoque foi observado no T, devido ao maior número de indivíduos de menores diâmetros. Conclui-se que o desbaste seletivo alto em E. dunnii favorece o incremento diamétrico e o volume individual, podendo ser utilizado para ganhos em qualidade da madeira e multiprodutos.

Biografia do Autor

Mabillin de Souza Luz, Universidade do Estado de Santa Catarina

Graduada em Engenharia Florestal e Mestra pela Universidade do Estado de Santa Catarina - UDESC. Com 6 meses de estágio voluntário na Klabin S.A. na área de Meio Ambiente e Sustentabilidade, 3 anos de Prática Profissionalizante pela ESALQ/USP na estação experimental de Itatinga em inventário e manejo florestal e 1,5 ano como auxiliar de engenharia florestal na empresa SF geo Engenharia, desenvolveu características de gestão de pessoas e gestão de recursos. Atualmente trabalha na empresa Arboran.

Marcos Felipe Nicoletti, Universidade do Estado de Santa Catarina

Professor Associado da Universidade do Estado de Santa Catarina. Possui graduação em Engenharia Florestal pela Universidade do Estado de Santa Catarina - UDESC. Mestrado em Recursos Florestais, na área de Silvicultura e Manejo Florestal, na Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz" (ESALQ), pertencente à Universidade de São Paulo (USP). Doutorado em Engenharia Florestal, na área de Manejo Florestal, por meio da Universidade Federal do Paraná (UFPR). Atua na área de Recursos Florestais, com projetos desenvolvidos na área de Manejo de Florestas Plantadas e Manejo de Florestas Naturais.

Victória Varela Silva, Universidade do Estado de Santa Catarina

Engenheira Florestal pela Universidade do Estado de Santa Catarina - UDESC (2024). Bolsista de Iniciação Científica no Laboratório de Dendrometria e Inventário Florestal, onde atuou em pesquisas voltadas para a caracterização dendrométrica e manejo da Floresta Ombrófila Mista. Mestranda no Programa de Pós-Graduação em Engenharia Florestal da UDESC, com o foco de pesquisa voltado para a dendrocronologia de Araucaria angustigolia (Bertol.) Kuntze em diferentes gradientes ambientais.

Thiago Floriani Stepka, Universidade do Estado de Santa Catariana

Graduação em Engenharia Florestal pela Universidade Estadual do Centro Oeste - UNICENTRO (2006), mestrado em Ciências Florestais pela Universidade Estadual do Centro Oeste - UNICENTRO (2008) e doutorado em Engenharia Florestal pela Universidade Federal do Paraná - UFPR (2012). Foi Professor Titular do curso de Engenharia Florestal da Universidade do Contestado (UnC) de 2012 a 2015 e Professor Colaborador do curso de Engenharia Florestal da Universidade Estadual do Centro-Oeste (UNICENTRO) de 2014 a 2015. Desde 2015 é Professor Associado V do curso de Engenharia Florestal da Universidade do Estado de Santa Catariana (UDESC) e Professor Permanente do Programa de Pós-graduação em Engenharia Florestal (Mestrado e Doutorado) na mesma instituição. Tem experiência na área de Recursos Florestais e Engenharia Florestal, com ênfase em Dendrometria, Dendrocronologia, Inventário Florestal e Dinâmica de Florestas.

Mário Dobner Júnior, Florestal Gateados SA

Diretor na Florestal Gateados. Foi professor adjunto na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), campus de Curitibanos, na área de Manejo Florestal. Doutor pela Albert-Ludwigs Universität Freiburg, Alemanha (2014), e pela Universidade Federal do Paraná. Possui mestrado (2008) e graduação (2005) em Engenharia Florestal pela Universidade Federal do Paraná (UFPR). Tem experiência na área de Recursos Florestais e Engenharia Florestal, com ênfase em manejo de florestas plantadas.

Referências

ALVES, P. H. Decisões silviculturais para produção de árvores de eucalipto de grande porte. 2016. Dissertação (Mestrado em Ciência Florestal) – Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri, Diamantina, 2016. Disponível em: https://repositorio.ufvjm.edu.br/items/b98010e0-e9ba-4e24-ba81-1bec11da92ec.

ANDRADE, R. S. Micropropagação e desenvolvimento de mudas clonais de Eucalyptus dunnii e Eucalyptus benthamii usando diodos de emissão de luz (LEDs). 2022. Dissertação (Mestrado em Engenharia Florestal) – Universidade do Estado de Santa Catarina, Lages, 2022. Disponível em: https://www.udesc.br/arquivos/cav/id_cpmenu/3428/DissertaoRamon16850174619253428.p df. Acesso em: 20 set. 2024.

ARCE, J. E.; DOBNER JR., M. Manejo e planejamento de florestas plantadas: com ênfase nos gêneros Pinus e Eucalyptus. Curitiba: Edição dos autores, 2024.

BARROS, S. S. Forma do fuste e qualidade da madeira de eucalipto em diferentes espaçamentos e níveis de desbaste. 2019. Dissertação (Mestrado em Ciências Florestais) –Universidade Federal do Espírito Santo, Jerônimo Monteiro, 2019. Disponível em: http://repositorio.ufes.br/handle/10/11145. Acesso em: 07 out. 2025.

BATISTA, K. M. Análise do crescimento e do desempenho econômico-financeiro de povoamentos de Eucalyptus dunnii em diferentes sítios no planalto catarinense. 2015. Trabalho de Conclusão de Curso – Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 2015. Disponível em: https://repositorio.ufsc.br/bitstream/handle/123456789/128063/tcc_Eucalyptus.dunnii%20%281%29.pdf.

BONFATTI JÚNIOR, E. A.; LENGOWSKI, E. C. Crescimento e sobrevivência de quatro espécies de Eucalyptus spp. em Canoinhas, SC. Revista do Instituto Florestal, v. 29, n. 1, p. 121–127, 2017. DOI: https://doi.org/10.24278/2178-5031.201729107.

CACAU, F. V. P.; URBANO, E.; OLIVEIRA, I. M.; FALCÃO, K. S. Efeito do arranjo espacial e do genótipo sobre a idade técnica de corte de eucalipto. Brazilian Journal of Biological Sciences, v. 10, n. 22, p. 43–54, 2023. DOI: https://doi.org/10.21472/bjbs.v10n22-003.

CASTRO, R. V. O. et al. Economic evaluations of a thinned eucalyptus stand to be used for multiple wood products. Scientia Forestalis, v. 39, n. 91, p. 351–357, 2011.

CLIMATE-DATA. Clima: Campo Belo do Sul – SC. 2021. Disponível em: https://pt.climate-data.org/america-do-sul/brasil/santa-catarina/campo-belo-do-sul-313256. Acesso em: 15 abr. 2024.

DOBNER JR., M.; BATISTA, K. M.; SARTÓRIO, I. P.; ARCE, J. E.; Quadros, D. S. Crescimento e desempenho econômico de Eucalyptus dunnii em diferentes sítios no planalto sul do Brasil. Floresta, v. 47, n. 4, p. 397–406, 2017. DOI: https://doi.org/10.5380/rf.v47i4.45745.

DOBNER JR., M.; HIGA, A. R.; URBANO, E. Determinação da idade e intensidade ótimas para realização do primeiro desbaste em um povoamento de Eucalyptus dunnii. Floresta, v. 42, n. 3, p. 485–494, 2012. DOI: https://doi.org/10.5380/RF.V42I3.21028.

DOBNER JR., M.; QUADROS, D. S. Economic performance of loblolly pine stands in southern Brazil as a result of different crown thinning intensities. Revista Árvore, v. 43, n. 2, 2019. DOI: https://doi.org/10.1590/1806-90882019000200004.

DONOVAN, D. L. Influência das variáveis dendrométricas no desempenho do corte em desbaste semimecanizado em Eucalyptus dunnii. 2022. Trabalho de Conclusão de Curso – Universidade Federal de Santa Catarina, Curitibanos, 2022. Disponível em: https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/243470.

FLORESTAL GATEADOS. Resumo público do plano de manejo florestal. Campo Belo do Sul, 2025. Disponível em: https://www.gateados.com.br/publicacao/resumo-publico-do-plano-de-manejo-florestal-2025.

FLORIANO, E. P. Manejo florestal: para sustentabilidade e excelência. Rio Largo: Edição do autor, 2018. Disponível em: http://www.repositorio.ufal.br/handle/riufal/3741.

FORTKAMP, G.; STEPKA, T. F.; NICOLETTI, M. F.; WOLFF, L. D. O.; MIRANDA, D. L. C. D.; LISBOA, G. D. S. Models for estimating the diameter at breast height as a function of the diameter of the stump Pinus taeda L. Tree Dimensional, v. 13, p. 1–8, 2024. DOI: https://doi.org/10.55746/treed.2024.06.041

GRISANG, M. R.; MICHALICHEN, G.; VIANA, C. M. S. S.; BRUN, E. J. Materiais genéticos de Eucalyptus spp. promissores para a região de Dois Vizinhos, PR. Série Técnica IPEF, v. 26, n. 48, 2023. DOI: https://doi.org/10.18671/sertec.v26n48.050.

INDÚSTRIA BRASILEIRA DE ÁRVORES – IBÁ. Relatório Anual 2024. Brasília, 2024. Disponível em: https://iba.org/datafiles/publicacoes/relatorios/relatorio-iba-2024.pdf.

JORGE, R. R. Efeito do desbaste no desenvolvimento de um povoamento de pinheiro-manso (Pinus pinea L.) na Mata Nacional do Escaroupim. 2021. Dissertação – Universidade de Lisboa, Lisboa, 2021. 56 p.

KLABIN. Eucalipto: a base para a celulose de fibra curta e seus benefícios. Blog Klabin, 2024. Disponível em: https://blog.klabincom.br/-/eucalipto. Acesso em: 20 set. 2024.

LIMA, M. C. Distribuição diamétrica e crescimento de povoamentos de eucalipto sob diferentes regimes de manejo. 2018. Dissertação (Mestrado em Engenharia Florestal) – Universidade Federal de Lavras, Lavras, 2018.

LIMA, M. C.; OHAZE, M. M. Influência do material genético e do espaçamento no crescimento inicial de híbridos de Eucalyptus. Revista Árvore, v. 47, 2023. DOI: https://doi.org/10.1590/1806-908820230000000.

MURTA JÚNIOR, L. S. M.; CASTRO, R. V. O.; NAPPO, M. E.; NOGUEIRA, G. S.; ARAÚJO JÚNIOR, C. A.; GASPAR, R. O.; COSTA, L. S.; OLIVEIRA, E. K. B. Características dendrométricas de eucalipto submetido a desbaste. Scientia Forestalis. v. 48, p. 1-14, 2020. DOI: https://doi.org/10.18671/scifor.v48n127.22

NICOLETTI, M. F.; LAMBERT, L.; SOARES, P. R. C.; CRUZ, G. S.; ALMEIDA, B. R. S.; STEPKA, T. F. Hypsometric and volumetric equations and taper functions for Pinus spp. Revista de Ciências Agroveterinárias, Lages, v. 19, n. 4, p. 474–482, 2020. DOI: 10.5965/223811711942020474. Acesso em: 4 nov. 2024.

NICOLETTI, M. F.; SOUSA PINHEIRO, I.; SILVA, V. V.; STEPKA, T. F.; VAZ, D. R.; DOBNER Jr, M. Modelagem da estrutura diamétrica da Floresta Ombrófila Mista e Araucaria angustifólia (Bertol.) Kuntze. Revista Agronegócio e Meio Ambiente. v. 17, n. 4, 2024. DOI: 10.17765/2176-9168.2024v17n4e12201.

R DEVELOPMENT CORE TEAM (2022). R: A language and environment for statistical computing. R Foundation for Statistical Computing, Vienna, Austria. Disponível em: www.R-project.org. Acesso em 26 de agosto de 2022.

ROCHA, M. P.; TOMASELLI, I. Efeito do modelo de desdobro na qualidade da madeira serrada de Eucalyptus dunnii. Cerne, Lavras, v. 8, n. 2, p. 70–83, 2002. Disponível em: https://repositorio.ufla.br/handle/1/14725. Acesso em: 7 out. 2025.

ROCHA, M. P.; TOMASELLI, I. Efeito de modelo de corte nas dimensões de madeira serrada de Eucalyptus grandis e Eucalyptus dunnii. Floresta e Ambiente, v. 8, p. 94–103, 2004. Disponível em: https://www.scielo.br/j/floram/a/hTBFcnjRrMjBb9YWQRG7Mmx/. Acesso em: 7 out. 2025.

RODRIGUES, F. J.; SILVA, J. F.; NERIS, K. P.; RODRIGUES, L. F. L.; COSTA, S. M.; SARDINHA, L. E.; RODRIGUES, J.; CENTENO, A. J.; MARQUES, L. F. Desenvolvimento de Eucalyptus urograndis no município de Corumbá-GO. Ensaios e Ciência: Ciências Biológicas, Agrárias e da Saúde, v. 17, n. 2, p. 9–27, 2013. DOI: https://doi.org/10.17921/1415-6938.2013v17n2p.

RUFINO, R. F.; MIGUEL, E.; SANTOS, G.; SANTOS, T. E.; SOUZA, F. Ajuste de modelos hipsométricos para um povoamento de eucaliptos conduzido sobre o sistema de rebrota. Enciclopédia Biosfera, v. 6, n. 10, 2010. Disponível em: https://www.conhecer.org.br/enciclop/2010b/ajuste.pdf. Acesso em: 5 jan. 2025.

SANTOS, O. P. Produtividade, qualidade da madeira e interação genótipo × ambiente de Eucalyptus dunnii Maiden no Sul do Brasil. 2019. Dissertação (Mestrado em Engenharia Florestal) – Universidade Federal de Pelotas, Pelotas, 2019. 97 p. Disponível em: http://guaiaca.ufpel.edu.br/handle/prefix/4448. Acesso em: 7 out. 2025.

SCHÖEPFER, W. Automatisierung der Massen-, Sorten- und Wertberechnung stehender Waldbestände. Baden-Württemberg: Landesforstverwaltung, 1966.

SIRI, P.; BRUNO, C.; BALZARINI, M.; BENITEZ, V.; HIRIGOYEN, A.; INGARAMO, L.; POSSE, J. P.; FEDRIGO, J. K.; GONZALEZ BARRIOS, P. Effect of spacing and genetic material on Eucalyptus growth for solid-wood and cellulose production in Uruguay. Floresta e Ambiente, v. 31, n. 3, 2024. DOI: https://doi.org/10.1590/2179-8087-FLORAM-2023-0050.

SOUZA, J. P. Respostas ecofisiológicas e metabólicas de Bertholletia excelsa submetida a desbaste e fertilização nitrogenada em plantio misto na Amazônia Central. 2021. Dissertação (Mestrado em Ciências de Florestas Tropicais) – Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia, Manaus, 2021. 122 p. Disponível em: https://repositorio.inpa.gov.br/items/31af5e95-78e7-442e-aacb-8be624629b04. Acesso em: 7 out. 2025.

SOUSA, G. T. O.; AZEVEDO, G. B.; BARRETO, P. A. B.; CONCEIÇÃO JÚNIOR, V. Relações hipsométricas para Eucalyptus urophylla conduzidos sob regime de alto fuste e talhadia no Sudoeste da Bahia. Scientia Plena, v. 9, n. 4, 2013. Disponível em: https://scientiaplena.org.br/sp/article/view/771. Acesso em: 27 nov. 2024.

TREVISAN, R.; HASELEIN, C. R.; SANTINI, É. J.; SCHNEIDER, P. R.; MENEZES, L. F. Efeito da intensidade de desbaste na qualidade da madeira serrada de Eucalyptus grandis. Floresta, v. 39, n. 4, p. 825–831, 2009. DOI: https://doi.org/10.5380/rf.v39i4.16317.

TRIANOSKI, R.; IWAKIRI, S.; BONDUELLE, G. M. Qualidade das juntas coladas de madeira de cinco espécies de Eucalyptus com adesivos acetato de polivinila e resorcina-formaldeído. Madera y Bosques, v. 26, n. 3, 2020. DOI: https://doi.org/10.21829/myb.2020.2632064.

VITALE, V.; MIRANDA, G. M. Análise comparativa da viabilidade econômica de plantios de Pinus taeda e Eucalyptus dunnii na região centro-sul do Paraná. Floresta, v. 40, n. 3, p. 469–476, 2010. Disponível em: https://pdfs.semanticscholar.org/3a46/f9d3adf084a63f92855e3219f34a8f7ee1a6.pdf.

WATZLAWICK, L. F.; BENIN, C. C. Variáveis dendrométricas e produção de Eucalyptus benthamii em diferentes espaçamentos. Colloquium Agrariae, v. 16, n. 6, 2020. DOI: https://doi.org/10.5747/ca.2020.v16.n6.a413.

WREGE, M. S.; GARRASTAZU, M. C.; SOARES, M. T. S.; FRITZSONS, E. Regiões mais favoráveis ao crescimento e produção de madeira de eucalipto na região Sul do Brasil. In: OLIVEIRA, E. B.; PINTO JÚNIOR, J. E. (org.). O eucalipto e a Embrapa: quatro décadas de pesquisa e desenvolvimento. Brasília: Embrapa, 2021. p. 325–356. Disponível em: https://www.embrapa.br/busca-de-publicacoes/-/publicacao/1131875/regioes-mais-favoraveis-ao-crescimento-e-producao-de-madeira-de-eucalipto-na-regiao-sul-do-brasil.

Downloads

Publicado

2026-08-12

Como Citar

Luz, M. de S., Nicoletti, M. F., Silva, V. V., Stepka, T. F., & Dobner Júnior, M. (2026). Caracterização dendrométrica de Eucalyptus dunnii Miaden com quatro intensidades de desbaste alto. Revista Em Agronegócio E Meio Ambiente, 19, e14103. https://doi.org/10.17765/2176-9168.2026v19.e14103

Edição

Seção

Agropecuária e Agronegócio

Artigos mais lidos pelo mesmo(s) autor(es)