Caracterização dendrométrica de Eucalyptus dunnii Miaden com quatro intensidades de desbaste alto
DOI:
https://doi.org/10.17765/2176-9168.2026v19.e14103Palavras-chave:
Manejo Florestal, Redução de área basal, Volume por hectareResumo
O desbaste permite diferentes formas de condução, sendo o desbaste alto relevante por aumentar o diâmetro das árvores e gerar madeira de melhor qualidade. Este estudo teve como objetivo caracterizar um povoamento de Eucalyptus dunnii Miaden submetido ao desbaste seletivo alto, com intensidades distintas. Os regimes de manejo foram quatro: sem desbaste (T) e remanescentes de área basal de 12 (G12), 14 (G14) e 16 m² ha?¹ (G16). Todos os tratamentos com desbaste visaram uma população final de 250 árvores ha?¹, com diferentes intensidades ao longo do tempo. Foram analisados diâmetro à altura do peito (D), altura total (H), área basal e volume individual e total por estatística descritiva, histogramas de densidade e teste de Scott-Knott. O desbaste seletivo alto aumentou significativamente o D e o volume individual (v). A altura não foi afetada a partir dos 12 anos. Até os 11 anos, G14 e G16 apresentaram os maiores volumes por hectare, enquanto aos 19 anos o maior estoque foi observado no T, devido ao maior número de indivíduos de menores diâmetros. Conclui-se que o desbaste seletivo alto em E. dunnii favorece o incremento diamétrico e o volume individual, podendo ser utilizado para ganhos em qualidade da madeira e multiprodutos.
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