<b>Estudo Comparativo entre a Hidroterapia e a Cinesioterapia na Doença de Parkinson

  • Siméia Gaspar Palácio Centro Universitário de Maringá – CESUMAR
  • Juliana Barbosa Barroca Centro Universitário de Maringá – CESUMAR
  • Karine Franciele Toldo Centro Universitário de Maringá – CESUMAR
  • Juliana Brazil de Lima Ramalho Centro Universitário de Maringá – CESUMAR
  • Amanda Luize Vanzela Centro Universitário de Maringá – CESUMAR
  • Ligia Maria Facci Centro Universitário de Maringá – CESUMAR
Palavras-chave: Doença de Parkinson, Isostretching, Hidroterapia, Cinesioterapia.

Resumo

O objetivo deste estudo foi comparar os efeitos do tratamento fisioterapêutico na piscina aquecida e no solo a fim de analisar qual das modalidades proporciona melhores benefícios ao paciente com Doença de Parkinson em relação ao equilíbrio, capacidade pulmonar, capacidade funcional e qualidade de vida. A amostra constou de 10 pacientes com idade de 45 a 65 anos, deambuladores, com bom nível de compreensão, sem deformidades instaladas e que não apresentavam incontinência urinária e/ou fecal. Para avaliação utilizou-se o Pad-Test, o questionário de qualidade de vida SF-36, a Escala de Berg, o Índice de Barthel, testes de flexibilidade, avaliação postural, manovacuometria e espirometria. Os indivíduos foram randomizados em dois grupos, sendo que um deles recebeu o tratamento no solo e o outro na água, com 5 participantes cada grupo. Os atendimentos totalizaram 20 sessões de fisioterapia, com duração de 45 minutos, utilizando o método Isostretching. Ao final do tratamento, considerando a amostra total de pacientes, pode-se perceber melhora em todos os aspectos avaliados, independente se o tratamento foi realizado no solo ou na água, sendo estatisticamente significantes os resultados na flexibilidade, pelos testes Sentar e Alcançar (p= 0,01), Shoeber lombar (0,03), lombar modificado (0,04), assim como na PImax. (p= 0,02). No grupo do solo os resultados foram estatisticamente significantes na flexibilidade, pelos testes Sentar e Alcançar (p= 0,03), Shoeber Lombar (p= 0,02), lombar modificado (p= 0,04), e no VEF1 0,04 e na PEmax. (p= 0,04). Quando comparados os dois grupos, contudo, em nenhum dos desfechos foi encontrada diferença estatisticamente significante.

Biografia do Autor

Siméia Gaspar Palácio, Centro Universitário de Maringá – CESUMAR
Docente do Curso de Fisioterapia do Centro Universitário de Maringá – CESUMAR. E-mail: simeiafisio@cesumar.br; simeiapalacio@hotmail.com
Juliana Barbosa Barroca, Centro Universitário de Maringá – CESUMAR
Fisioterapeuta graduada no Centro Universitário de Maringá – CESUMAR; Ex-Bolsista do Programa de Bolsas de Iniciação Científica do PROBIC/CESUMAR. E-mail: julibarroca@hotmail.com
Karine Franciele Toldo, Centro Universitário de Maringá – CESUMAR
Fisioterapeuta graduada no Centro Universitário de Maringá – CESUMAR; Ex-Bolsista do Programa de Bolsas de Iniciação Científica do PROBIC/CESUMAR. E-mail: karine_toldo@hotmail.com
Juliana Brazil de Lima Ramalho, Centro Universitário de Maringá – CESUMAR
Fisioterapeuta graduada no Centro Universitário de Maringá – CESUMAR. E-mail: juh.brazil@hotmail.com
Amanda Luize Vanzela, Centro Universitário de Maringá – CESUMAR
Fisioterapeuta graduada no Centro Universitário de Maringá – CESUMAR. E-mail: vagnervanzela@irapida.com.br
Ligia Maria Facci, Centro Universitário de Maringá – CESUMAR
Doutora em Ciências da Saúde pela Universidade Federal de São Paulo – UNIFESP; Docente do Centro Universitário de Maringá – CESUMAR. E-mail: ligiafacci@cesumar.br
Publicado
2011-05-03
Seção
Artigos Originais