Detecção de Campylobacter termofílicos e outros microorganismos indicadores de qualidade em frangos destinados à exportação
DOI:
https://doi.org/10.17765/2176-9168.2009v2n3p381-404Palavras-chave:
Campylobacter Termofílicos, Frango, Indicadores de Qualidade, Exportação.Resumo
Alimentos de origem animal, especialmente frangos, representam um fator fortemente ligado à epidemiologia de doenças transmitidas por alimentos. As indústrias avícolas implementam medidas de biossegurança e controle para a eliminação de microorganismos, entretanto, apesar de úteis, são insuficientes para eliminar todos os patógenos do produto final. O objetivo deste trabalho foi verificar a qualidade microbiológica de cortes de frango destinados à exportação, por meio do estudo da prevalência de bactérias que atuam como agentes etiológicos de doenças transmitidas por produtos originados de frango. Microorganismos de grande importância, no que diz respeito à segurança alimentar, devido a sua alta prevalência e por atuarem como os maiores causadores de gastroenterites em humanos, são os Campylobacter termofílicos, que apresentaram-se com 6,5% de positividade neste estudo. Outros microorganismos indicadores de qualidade também demonstraram-se em desacordo com normas e regulamentos vigentes, tais como: Salmonella sp. (2,2%), Listeria sp. (29,4%) e contagem de bactérias aeróbias mesófilas (4,3%). Entretanto, as contagens de coliformes totais, coliformes termotolerantes, Escherichia coli e Staphylococcus coagulase-positiva confirmaram-se dentro dos limites padrões estabelecidos. Sendo assim, 16,4% das 61 amostras pesquisadas estavam inaceitáveis ao consumo humano, valores estes, que, apesar de baixos, evidenciam-se como potencial risco à saúde da população consumidora.Downloads
Publicado
2009-09-28
Como Citar
Yau, M. A. C.-L. M., Frausto, H. E. G., & Yamaguchi, M. U. (2009). Detecção de Campylobacter termofílicos e outros microorganismos indicadores de qualidade em frangos destinados à exportação. Revista Em Agronegócio E Meio Ambiente, 2(3), 381–404. https://doi.org/10.17765/2176-9168.2009v2n3p381-404
Edição
Seção
Agronegócio
Licença
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