A piscicultura em tanque-rede no município de Petrolândia-PE: um arranjo produtivo local em construção

Autores

  • Bruno Cardoso Gonçalves da Rocha Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e Parnaíba - CODEVASF
  • Tales Vital Universidade Federal Rural de Pernambuco - UFRPE

DOI:

https://doi.org/10.17765/2176-9168.2012v5n3p%25p

Palavras-chave:

Arranjo Produtivo Local, Desenvolvimento local, Piscicultura

Resumo

O município de Petrolândia, localizado no sertão pernambucano, possui condições privilegiadas para o desenvolvimento da piscicultura intensiva em tanque-rede. O aparecimento desta atividade na região despertou o interesse das comunidades ribeirinhas, que passaram a cobrar dos poderes públicos condições que permitissem o acesso a esta tecnologia. A presença de diversos atores e suas inter-relações permite caracterizar esta atividade como um APL. Por outro lado, a partir da criação de um canal democrático de discussão denominado COMDESPE (Fórum para Mudanças) e do comprometimento de instituições envolvidas na atividade e integrantes dos grupos de trabalho (Laboratórios para Inovação) que, devido à especialização, orientam nas decisões (Pontos de Escuta), conseguiu-se fortalecer o APL da piscicultura em tanque-rede de Petrolândia.

Biografia do Autor

Bruno Cardoso Gonçalves da Rocha, Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e Parnaíba - CODEVASF

Mestre em Administração e Desenvolvimento Rural Sustentável; Analista em Desenvolvimento Regional da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e Parnaíba - CODEVASF; E-mail: bruno.rocha@codevasf.gov.br

Tales Vital, Universidade Federal Rural de Pernambuco - UFRPE

Doutor em Economia, Professor do Programa de Pós-Graduação em Administração e Desenvolvimento Rural Sustentável - PADR – UFRPE; E-mail: talesvital@hotmail.com

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Publicado

2012-04-20

Como Citar

Rocha, B. C. G. da, & Vital, T. (2012). A piscicultura em tanque-rede no município de Petrolândia-PE: um arranjo produtivo local em construção. Revista Em Agronegócio E Meio Ambiente, 5(3). https://doi.org/10.17765/2176-9168.2012v5n3p%p

Edição

Seção

Agronegócio