Serviços ambientais em quintais agroflorestais no Oeste do Pará, Amazônia oriental, Brasil
DOI:
https://doi.org/10.17765/2176-9168.2025v18e12748Palavras-chave:
Diversidade vegetal, Provisão alimentar, Regulação ambiental, Serviço ecossistêmicoResumo
Os quintais agroflorestais (QAFs) desempenham um papel fundamental para a região amazônica pois abrigam múltiplas espécies, fornecem alimentos às famílias além de contribuírem para a agrobiodiversidade. O objetivo deste estudo foi indicar os serviços ambientais (SA) oferecidos pelas espécies vegetais cultivadas nesses espaços. Para isso foram selecionados 119 QAFs nos municípios de Belterra, Mojuí dos Campos e Santarém, localizados no oeste do Pará. A avaliação dos serviços prestados e potenciais considerou tanto o uso prioritário atribuído pelos moradores quanto a literatura existente, classificando os SA em quatro categorias: provisão, suporte, regulação e cultural. Identificou-se um total de 189 espécies de plantas distribuídas em 64 famílias botânicas. Os resultados indicaram que a maioria das espécies era utilizada para a provisão de alimentos e para fins medicinais, representando 74,6% dos usos. A categoria de suporte, que inclui proteção contra radiação, foi associada a 15,3% das espécies, enquanto a categoria cultural, abrangendo o uso ornamental, foi identificada em 10,1% das espécies. Ao analisar os serviços potenciais, verificou-se que quase metade das espécies (49,7%) poderia fornecer fibras e extratos, e 46,5% apresentavam potencial de uso medicinal. Outros usos potenciais incluíram estoque de madeira (25,4%) e consumo alimentar (2,1%). No âmbito dos serviços de suporte, a dispersão de sementes (33,9%) e a polinização por abelhas (28,0%) foram proeminentes, enquanto o controle de pragas foi observado em 13,2% das espécies. Em relação à regulação, a retenção de carbono alcançou 65,1%. A categoria cultural relacionada ao uso espiritual e ornamental, foi menos representativa, abrangendo 3,7% e 8,5% das espécies, respectivamente. Os achados deste estudo evidenciam a diversidade de SA proporcionados pelos QAFs, destacando seu potencial para inclusão em programas de reconhecimento por benefício ambiental bem como para a valorização e maior visibilidade das práticas agroflorestais na Amazônia.
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