Teste de sensibilidade in vitro aos antibióticos do processo de fermentação de uma usina sucroalcooleira no interior do Paraná

Autores/as

  • Murilo Brandão Lopes Faculdade de Apucarana – FAP
  • Thaís Medeiros Boldrin Silva Faculdade Metropolitana de Maringá – UNIFAMMA

DOI:

https://doi.org/10.17765/2176-9168.2011v4n3p%25p

Palabras clave:

Levedura, Teste de Sensibilidade in vitro, Antibiótico.

Resumen

Durante o processo fermentativo das usinas sucroalcooleiras é comum que ocorra o desenvolvimento de diferentes tipos de microrganismos. Isso ocorre devido às etapas de processamento das matérias primas. Assim, o controle microbiológico se faz necessário. O Teste de Sensibilidade in vitro é importante para o processo fermentativo nas usinas sucroalcooleiras, pois é através da realização desta análise que ocorre a avaliação de qual antibiótico terá melhor ação bacteriana. Por meio da realização deste teste foi possível classificar os antibióticos através do seu efeito de ação, ficando classificado como: eficiente, menos eficiente, pouco eficiente e não eficiente. Após a realização do teste, foi possível concluir que os antibióticos que possuem a monensina como princípio ativo não se apresentaram tão eficazes conforme o esperado, já o antibiótico que possui principio ativo extrato de lúpulo, que é um antimicrobiano natural, pode ser considerado eficaz, porém se degrada mais rápido, não mantendo resíduos na fermentação.

Biografía del autor/a

Murilo Brandão Lopes, Faculdade de Apucarana – FAP

Graduado em Ciências Biológicas na Faculdade de Apucarana – FAP. E-mail: [email protected]

Thaís Medeiros Boldrin Silva, Faculdade Metropolitana de Maringá – UNIFAMMA

Discente da Especialização em Gestão Ambiental na Faculdade Metropolitana de Maringá – UNIFAMMA. E-mail: [email protected]

Publicado

2011-03-29

Cómo citar

Lopes, M. B., & Silva, T. M. B. (2011). Teste de sensibilidade in vitro aos antibióticos do processo de fermentação de uma usina sucroalcooleira no interior do Paraná. Revista Em Agronegócio E Meio Ambiente, 4(3). https://doi.org/10.17765/2176-9168.2011v4n3p%p

Número

Sección

Agronegócio