A colheita da cana queimada e relação com o meio ambiente

Autores

  • Tadeu Alcides Marques Universidade do Oeste Paulista – UNOESTE
  • Carlos Guilherme Sasso Universidade do Oeste Paulista – UNOESTE

DOI:

https://doi.org/10.17765/2176-9168.2010v3n2p263-272

Palavras-chave:

Cana-de-Açúcar, Queimada, CO2, Saccharum.

Resumo

A queima do canavial promove alterações no solo, nas plantas e na atmosfera. A quantificação destas mudanças é de extrema importância ambiental e torna-se objeto principal do estudo. Amostras do solo e da planta foram realizadas antes e após a queima, para áreas padronizadas. Foi estimada a emissão de CO2 emitido pela queima. Os dados foram submetidos à uma análise multivariada e ANOVA, (p<0,05) e ao teste de Tukey (p<0,05). A análise multivariada mostrou uma separação entre as variáveis obtidas antes e após a queima. Com relação à comparação da pré e da pós-queima, as variáveis de biomassa apresentaram diferenças estatísticas. O CO2 emitido pela queima das folhas foi de 3,89 Mg ha-1 e devido a queima dos ponteiros mais 0,92 Mg ha-1 de CO2 foram lançadas na atmosfera, totalizando 4,81 Mg ha-1 de CO2 totais. Nos dados de matéria orgânica (MO), Mn, Cu e B do solo apresentaram alterações devido a queima. Conclui-se que a queimada promove redução de folhas, ponteiros e colmos em 92,48%, 33,52% e 30,70%, respectivamente. No solo ocorreu alteração da matéria orgânica (16,19%), Mn em 21,04%, de Cu 19,32% e B 30,56%.

Biografia do Autor

Tadeu Alcides Marques, Universidade do Oeste Paulista – UNOESTE

Engenheiro Agrônomo; Doutor em Tecnologia de Alimentos; Docente do curso de Agronomia da Universidade do Oeste Paulista – UNOESTE. E-mail: [email protected]; [email protected]

Carlos Guilherme Sasso, Universidade do Oeste Paulista – UNOESTE

Biólogo; Mestre em Agronomia pela Universidade do Oeste Paulista – UNOESTE. E-mail:

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Publicado

2010-07-14

Como Citar

Marques, T. A., & Sasso, C. G. (2010). A colheita da cana queimada e relação com o meio ambiente. Revista Em Agronegócio E Meio Ambiente, 3(2), 263–272. https://doi.org/10.17765/2176-9168.2010v3n2p263-272

Edição

Seção

Meio Ambiente