O Efeito do Tratamento Subcrônico Com Fluoxetina Sobre a Glicemia de Jejum e o Teste de Tolerância Oral à Glicose em Ratos não Diabéticos

Autores/as

  • Darío Bordas García Centro Universitário de Maringá – CESUMAR
  • Ana Carolina N. Feitosa Centro Universitário de Maringá – CESUMAR
  • Thalita F. Stefanello Universidade Estadual de Maringá - UEM
  • Edivan Rodrigo de Paula Ramos Centro Universitário de Maringá - CESUMAR
  • Fernanda Peres Marques Centro Universitário de Maringá – CESUMAR
  • Gabriela Mendes Savoldi Centro Universitário de Maringá – CESUMAR

Palabras clave:

Glicemia de Jejum, Teste de Tolerância Oral à Glicose, Fluoxetina.

Resumen

Este trabalho avaliou se o uso subcrônico de fluoxetina pode interferir no resultado dos exames laboratoriais glicemia de jejum e teste de tolerância oral à glicose (TTOG). Foram determinadas, semanalmente, a glicemia de jejum (12 horas) e a glicemia duas horas após sobrecarga oral com glicose (1,5 gramas/kg) (TTOG) de ratos Wistar não-diabéticos tratados com salina e fluoxetina (0,5; 1,0; 2,0 e 4,0 mg/kg) durante oito semanas. As dosagens glicêmicas foram realizadas em glicosímetro ACCU-CHEK Active® com amostras de sangue obtidas por punção da veia caudal. No final do tratamento foram determinadas as porcentagens de hemoglobina glicada através de cromatografia de troca iônica em microcolunas. Os resultados foram analisados pelo teste One-Way ANOVA (não-paramétrico), seguido de Bonferroni (p<0,05). Ratos tratados com fluoxetina tiveram reduções da glicemia de jejum na terceira (0,5; 2,0 e 4,0 mg/kg) e na oitava semana (1,0 e 4,0 mg/kg). Por outro lado, aumento na glicemia de jejum foi observado na sétima semana com fluoxetina 4,0 mg/kg. Diminuição na glicemia do TTOG foi encontrada na oitava semana com fluoxetina 4,0 mg/kg. A porcentagem média de hemoglobina glicada não diferiu entre os grupos. Embora a fluoxetina tenha alterado a glicemia de jejum e glicemia do TTOG, não houve mudanças na taxa de glicação da hemoglobina sugerindo que tais oscilações sejam variações normais dentro do metabolismo de glicose. Dessa forma, é possível admitir que o uso subcrônico da fluoxetina nas doses utilizadas não represente um fator pré-analítico capaz de interferir nos exames de glicemia de jejum e TTOG.

Biografía del autor/a

Darío Bordas García, Centro Universitário de Maringá – CESUMAR

Acadêmico do Curso de Biomedicina do Centro Universitário de Maringá – CESUMAR; Bolsista do Programa de Bolsas de Iniciação Científica do PIBIC/CNPq-Cesumar. E-mail: [email protected]

Ana Carolina N. Feitosa, Centro Universitário de Maringá – CESUMAR

Acadêmica do Curso de Biomedicina do Centro Universitário de Maringá – CESUMAR. E-mail: [email protected]

Thalita F. Stefanello, Universidade Estadual de Maringá - UEM

Mestranda em Análises Clínicas na Universidade Estadual de Maringá - UEM. E-mail: [email protected]

Edivan Rodrigo de Paula Ramos, Centro Universitário de Maringá - CESUMAR

Docente do CESUMAR. Departamento de Farmácia do Centro Universitário de Maringá – CESUMAR. E-mail: [email protected]

Fernanda Peres Marques, Centro Universitário de Maringá – CESUMAR

Acadêmica do Curso de Biomedicina do Centro Universitário de Maringá – CESUMAR. E-mail: [email protected]

Gabriela Mendes Savoldi, Centro Universitário de Maringá – CESUMAR

Acadêmica do Curso de Farmácia do Centro Universitário de Maringá – CESUMAR. E-mail: [email protected]

Cómo citar

García, D. B., Feitosa, A. C. N., Stefanello, T. F., Ramos, E. R. de P., Marques, F. P., & Savoldi, G. M. (2009). O Efeito do Tratamento Subcrônico Com Fluoxetina Sobre a Glicemia de Jejum e o Teste de Tolerância Oral à Glicose em Ratos não Diabéticos. Iniciação Científica Cesumar, 11(2). Recuperado a partir de https://periodicos.unicesumar.edu.br/index.php/iccesumar/article/view/1260

Número

Sección

Artigos Originais