Assistência ao parto: profissional de enfermagem como advogado da parturiente

Palavras-chave: Advocacia em Saúde, Enfermagem, Gestantes, Humanização da Assistência, Parto

Resumo

Compreender a perspectiva de profissionais de enfermagem sobre a assistência ao parto em um hospital-escola do oeste do Paraná na ótica da advocacia da parturiente. Pesquisa qualitativa, com profissionais de enfermagem, realizada por meio de entrevista presencial e de ligação de voz, entre dezembro de 2019 e julho de 2020. Os dados foram analisados pela análise temática de conteúdo. Participaram 20 profissionais, 5 enfermeiras e 15 técnicas de enfermagem. Foram identificadas cinco categorias: privacidade e conforto; orientação sobre parto e as escolhas da parturiente; presença do acompanhante; autonomia da enfermagem no processo de parto; e práticas inadequadas. A assistência à parturiente apontou avanços no uso de práticas adequadas. Concernente a isso, o profissional de enfermagem se mostrou como advogado da parturiente, defendendo-a de práticas inadequadas que, embora menos presentes, ainda permeiam o cenário de parto e nascimento.

Biografia do Autor

Greici Naiara Mattei , Universidade Estadual do Oeste do Paraná
Formada pelo Curso Normal em Nível Médio com experiência na docência infantil (2013). Graduada em Enfermagem Bacharel e Licenciatura pela Universidade Estadual do Oeste do Paraná - Unioeste (2020). Vinculada ao Grupo de Pesquisa Materno-Infantil (GPEMI) do Centro de Ciências Biológicas e da Saúde da Unioeste. Possui interesse nas áreas de Ginecologia e Obstetrícia; Saúde da Família; Educação em Saúde e Práticas Docentes.
Taís Regina Schapko, Universidade Estadual do Oeste do Paraná
Mestra em Saúde Pública em Região de Fronteira pela Universidade Estadual do Oeste do Paraná (UNIOESTE) (2023). Pós-Graduação Lato Sensu em Enfermagem em UTI pela Faculdade Venda Nova do Imigrante (FAVENI) (2023). Especialização em Saúde da Mulher pelo Centro Universitário Cidade Verde (UNICV) (2023-atual). Enfermeira na Prefeitura Municipal de São Miguel do Iguaçu/PR (2020-atual). Trabalha no Hospital e Maternidade Municipal São Miguel Arcanjo de São Miguel do Iguaçu/PR (HMMSMA). Experiência no centro cirúrgico, clínica cirúrgica, alojamento conjunto, clínica médica, pronto atendimento e pronto socorro; Atuou no pronto atendimento respiratório Covid-19 (2021-2022). Atuou como enfermeira na Unidade de Terapia Intensiva Covid-19 no Hospital Municipal Padre Germano Lauck de Foz do Iguaçu/PR (2020). Graduada no curso de Bacharel em Enfermagem pelo Centro Universitário União das Américas (UNIAMÉRICA) (2020). Participou do Grupo de Pesquisa em Enfermagem Materno-Infantil (GPEMI), do CCBS, da UNIOESTE (2020-2022). Atuou como aluna-pesquisadora bolsista de Iniciação Científica pelo Centro Universitário União das Américas (UNIAMÉRICA) (2018-2019). Realizou estágio supervisionado obrigatório hospitalar no setor da de Unidade de Terapia Intensiva Coronariana (UCO) - Hospital Ministro Costa Cavalcanti - HMCC (2019) e estágio supervisionado obrigatório na atenção básica em Santa Terezinha de Itaipu (2019). Pesquisa na área de Educação Continuada, Saúde Materno-Infantil, Unidade de Terapia Intensiva, entre outros.
Maycon Hoffmann Cheffer, Centro Universitário Assis Gurgacz
Doutor em enfermagem pela Universidade Estadual de Maringá - UEM. Mestre em Biociências e Saúde pela Universidade Estadual do Oeste do Paraná - Unioeste. Bacharel e licenciado em enfermagem pela Universidade Estadual do Oeste do Paraná - Unioeste. Docente titular do colegiado de enfermagem do Centro Universitário da Fundação Assis Gurgacz - FAG.
Marli Terezinha Stein Backes, Universidade Federal de Santa Catarina
Doutora em Enfermagem pelo Programa de Pós-Graduação em Enfermagem (PEN) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) desde 2011, com Doutorado Sanduíche realizado na Universität Bielefeld, Alemanha, em 2010. Mestre em Enfermagem pelo Programa de Pós-Graduação em Enfermagem da Fundação Universidade Federal do Rio Grande de Rio Grande/RS desde 2004. Concluiu a Especialização em Enfermagem Obstétrica e Ginecológica pelo Instituto Centro Sul-Brasileiro de Pesquisa, Extensão e Pós-Graduação Ltda (CENSUPEG), em 2017 e a Especialização em Administração em Saúde Pública com ênfase em serviços pela Rede Cipel em convênio com a Universidade do Contestado/SC em 2006. Graduada em Enfermagem e Licenciatura Plena no Curso de Enfermagem e Obstetrícia pela Universidade Federal de Pelotas/RS desde o ano 2000. Professora Adjunto no Departamento de Enfermagem da UFSC desde 18/09/2013. Atua no Curso de Graduação em Enfermagem e é Professora Permanente do Programa de Pós-Graduação Gestão do Cuidado em Enfermagem, modalidade profissional, desde 2014, e do Programa de Pós-Graduação em Enfermagem (PEN), modalidade acadêmica, desde 2016, ambos da UFSC. Líder e Pesquisadora do Laboratório de Pesquisa, Tecnologia e Inovação em Enfermagem na Saúde da Mulher e do Recém-nascido (GRUPESMUR), Membro do Laboratório de Pesquisa, Tecnologia e Inovação em Políticas e Gestão do Cuidado e da Educação em Enfermagem e Saúde (GEPADES) e do Grupo de Estudos e Pesquisa em Empreendedorismo Social da Enfermagem e Saúde (GEPESES).
Rosângela Aparecida Pimenta Ferrari, Universidade Estadual de Londrina
Bolsista de Produtividade em Pesquisa (PQ2)-Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Doutorado em Ciências, Departamento de Enfermagem em Saúde Coletiva da EEUSP (2012), Estágio Pós-Doutoral em Ciências da Reabilitação UEL/UNOPARP, Mestrado em Saúde Coletiva pela UEL (2004), possui graduação em Enfermagem e Obstetrícia pelo CESULON (1992). Professora Associada do Departamento de Enfermagem, CCS/UEL, área da Saúde da Criança e do Adolescente. Atua no Programa de Pós-Graduação em Enfermagem (PPGENF), no Programa de Residência em Enfermagem em Saúde da Criança (PRESC) e na graduação em Enfermagem (1996). Coordenou o PPGENF (2019 a 2023), o PRESC (2006 a 2018) e a Comissão de Residências Multi/Interdisiciplinar (COREMU, de 2014 a 2018). Líder do Grupo de Estudos e Pesquisas em Avaliação, Tecnologia e Inovação em Saúde (GEPATIS), cadastrado no CNPQ. É membro da Red Internacional de Enfermería en Salud Infantil (Red ENSI-OPAS/OMS). Tem experiência na área enfermagem pediátrica e adolescência e Terapia Intensiva Pediátrica. Temas e atuação: saúde da criança, saúde do adolescente, saúde materno-infantil, avaliação de programas e projetos de saúde, educação em saúde, inovação em saúde e tecnologia educacional.
Maria Aparecida Baggio, Universidade Estadual do Oeste do Paraná
Possui graduação em Enfermagem pela Universidade de Passo Fundo (2000), Mestrado em Ciências da Saúde Humana pela Universidade do Contestado (2004), Especialização em Formação Pedagógica em Educação Profissional pela Escola Nacional de Saúde Pública e Fundação Oswaldo Cruz (2005), Mestrado em Enfermagem pela Universidade Federal de Santa Cataria (2008), Doutorado em Enfermagem pela Universidade Federal de Santa Cataria (2012), com desenvolvimento de doutorado sanduíche na Escola Superior de Enfermagem de Coimbra, Portugal (2010). Tem experiência na área de Enfermagem com atuação nas áreas de atenção básica à saúde e hospitalar (Unidade de Terapia Intensiva Adulto e Pediátrica, Pediatria, Maternidade/Alojamento Conjunto, Centro Obstétrico, Emergência Adulto, Clínica Médico-Cirúrgica, Gestão e Gerenciamento em Saúde e Enfermagem). Atualmente atua como docente do ensino superior no Curso de Graduação em Enfermagem, na disciplina Enfermagem em Saúde da Mulher: ginecologia e obstetrícia; no Programa de Pós-Graduação em Saúde Pública em Região de Fronteira, nas disciplinas Cuidado Frente o Processo Saúde-Doença em Região de Fronteira e Pesquisa qualitativa em saúde pública; e no Programa de Residência em Enfermagem Obstétrica, na Universidade Estadual do Oeste do Paraná (UNIOESTE), Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS), no campus de Cascavel e de Foz do Iguaçu, respectivamente. Líder do Grupo de Pesquisa em Enfermagem Materno-Infantil (GPEMI), do CCBS, da UNIOESTE.

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Publicado
2024-03-31
Seção
Artigos Originais