Estratégias frente situações de terminalidade e morte em terapia intensiva neonatal: perspectivas da enfermagem

Autores

DOI:

https://doi.org/10.17765/2176-9206.2026v19e13661

Palavras-chave:

Equipe de Enfermagem, Morte Perinatal, Terminalidade, Unidades de Terapia Intensiva

Resumo

O objetivo foi analisar as evidências científicas de estratégias utilizadas pela equipe de enfermagem frente situações de terminalidade e morte em Unidade de Terapia Intensiva Neonatal. Revisão Integrativa de literatura realizada em setembro/outubro de 2024 nas bases MEDLINE; PubMed; SCOPUS; EMBASE; BVS integrada; Web of Science e CINAHL. Incluíram-se artigos originais realizados em Unidade de Terapia Intensiva neonatal, disponíveis on-line, sem recorte temporal e idiomático. Foram analisados 26 estudos, majoritariamente quantitativos, em que as evidências apontaram a diferenciação conceitual entre cuidados de fim de vida e cuidados paliativos; a importância da educação permanente em saúde para o preparo dos profissionais; e as estratégias individuais e coletivas da equipe de enfermagem para o enfrentamento destas situações. Aponta-se a necessidade de educação permanente em saúde com os profissionais e com os pais/familiares dos neonatos, a importância do enfrentamento coletivo, atuação multiprofissional, incluindo a espiritualidade, diálogo e implementação de protocolos assistenciais.

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Biografia do Autor

Luciana de Carvalho Pires, Universidade Federal de Santa Maria

Graduada em Enfermagem pela Universidade Franciscana - UFN (2021). Atualmente mestranda pelo Programa de Pós-graduação em Enfermagem da Universidade Federal de Santa Maria (PPGENF/UFSM). Há 25 anos na área de enfermagem, atuou como 3 SGT de Saúde Temporário por 8 anos no Exército Brasileiro. Atualmente é técnica em enfermagem do Hospital Universitário de Santa Maria (HUSM). É Pesquisadora e Integrante do Grupo de Pesquisa Saúde do Neonato, Criança, Adolescente e Família - CRIANDO/UFSM. Tem experiência na área de Enfermagem, com ênfase em Unidade de Terapia Intensiva Neonatal. Atua também nos seguintes temas: doença de Alzheimer, tecnologias, idoso, saúde do idoso e estudantes.

Eliane Tatsch Neves, Universidade Federal de Santa Maria

Professora Titular da Universidade Federal de Santa Maria, exercendo a docência nos Cursos de Graduação e Pós-graduação - Mestrado e Doutorado em Enfermagem. Líder do Grupo de Pesquisa Saúde do Neonato, Criança, Adolescente e Família - CRIANDO/UFSM. Editora Científica da Revista de Enfermagem da UFSM - REUFSM. Membro do Comitê de Ética em Pesquisa da UFSM. Membro titular da Câmara Técnica Assessora das Doenças Raras do MS - PORTARIA N 155, DE 5 DE MAIO DE 2022. Enfermeira graduada pela UFSM. Especialista em Enfermagem Pediátrica e Saúde Coletiva. Pós-doutora em Enfermagem em Saúde Pública pela Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo - EERP/USP (2014-2015) com fomento CNPq. Mestre em Enfermagem pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2002) e Doutora em Enfermagem pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2007) com estágio doutoral junto a Culture and Mental Health Research Unit (McGill University - Montreal, Canadá). Foi Coordenadora da Comissão de Titulação da Sociedade Brasileira de Enfermeiros Pediatras - SOBEP (2015-2018). Membro da Comissão Permanente de Titulação da SOBEP (2019 - atual). Foi Coordenadora do Programa de Pós-graduação em Enfermagem da Universidade Federal de Santa Maria/UFSM (Gestão 2015-2019).Tem pesquisado na área de Enfermagem Pediátrica, principalmente nos seguintes temas: saúde da criança; doença crônica na infância, criança com necessidades especiais de saúde; educação em saúde; Empoderamento para a promoção de saúde. Pesquisas com métodos de produção de dados grupais (grupo focal, grupos operativos e método criativo sensível). Pesquisa de Métodos Mistos. Contemplada no Edital Universal MCTI/CNPq N 14/2014. Bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPq - PQ2 (2016- atual). Membro fundador do Capítulo Latino-americano de Pesquisa com Métodos Mistos. 

Camila Freitas Hausen, Universidade Federal de Santa Maria

Enfermeira graduada pela Universidade Federal de Santa Maria UFSM (2018). Residência em Gestão e Atenção Hospitalar no Sistema Público de Saúde, ênfase em materno-infantil pela UFSM/HUSM (2020). Pós-graduada em intensivismo pediátrico e neonatal (2021). Mestre em Enfermagem pela UFSM (2023). Pós graduada em saúde da mulher (2024). Pós graduanda em Docência em Enfermagem. Integrante do Grupo de Pesquisa "Saúde do Neonato, Criança, Adolescente e Família (CRIANDO) da UFSM. Enfermeira assistencial na Maternidade e no Centro Obstétrico do Hospital De Caridade Dr. Astrogildo De Azevedo (HCAA). Atua nas temáticas de saúde materno-infantil, saúde do neonato e cuidado desenvolvimental.

Camila Lovato de Figueiredo, Universidade Federal de Santa Maria

Acadêmica do 10 semestre do Curso de graduação em Enfermagem pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). Integrante do Grupo de Pesquisa Saúde do Neonato, Criança, Adolescente e Família - CRIANDO. Bolsista de iniciação científica FIPE/UFSM (2021-2022), PIC/EBSERH (2022-2023), PIBIC/CNPq (2023-2024) e PIC/EBSERH (2024-atual). Áreas de interesse: Oncologia e Oncologia Pediátrica; Urgência e emergência pediátrica; Saúde do Neonato, Criança, Adolescente e Famílias.

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Publicado

17-07-2026

Como Citar

Pires, L. de C., Neves, E. T., Hausen, C. F., & Figueiredo, C. L. de. (2026). Estratégias frente situações de terminalidade e morte em terapia intensiva neonatal: perspectivas da enfermagem . Saúde E Pesquisa, 19, e13661. https://doi.org/10.17765/2176-9206.2026v19e13661

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