ENFERMAGEM PEDIÁTRICA E O RELACIONAMENTO COM FAMILIARES

  • Mariana de Ávila Pereira Teixeira UniFOA
  • Milena Carine Coutinho UniFOA
  • Ana Lucia Torres Devezas Souza UniFOA
  • Renata Martins da Silva Centro Universitário de Volta Redonda - UniFOA
Palavras-chave: Enfermagem pediátrica, Criança hospitalizada, Pais

Resumo

Objetivos: descrever a opinião da equipe de enfermagem sobre a participação de mães/familiares na assistência à criança internada; apontar as principais dificuldades referidas pela equipe durante a assistência à criança internada na presença dos responsáveis e analisar a influência do responsável da criança na qualidade da assistência prestada por essa equipe. Método: a coleta de dados foi realizada em dois hospitais, no município de Volta Redonda (RJ). Os sujeitos do estudo foram 36 profissionais da equipe de enfermagem que responderam a um questionário elaborado pelos próprios autores com questões abertas e fechadas. Estudo descritivo com abordagem qualitativa. Resultados: para maioria (81%) dos profissionais a presença dos pais é fundamental, porém podem existir dificuldades quando há intervenção dos pais durante os procedimentos invasivos. Conclusão: demonstra-se assim a importância da relação entre equipe e familiar para o desenvolvimento de uma assistência de qualidade à criança.

Biografia do Autor

Mariana de Ávila Pereira Teixeira, UniFOA
Acadêmica de Enfermagem do UniFOA. Volta Redonda (RJ), Brasil.
Milena Carine Coutinho, UniFOA
Acadêmica de Enfermagem do UniFOA. Volta Redonda (RJ), Brasil.
Ana Lucia Torres Devezas Souza, UniFOA
Docente no Curso de Enfermagem do UniFOA. Volta Redonda RJ), Brasil. Mestre em Ensino de Ciências da Saúde e Meio Ambiente (UniFOA)
Renata Martins da Silva, Centro Universitário de Volta Redonda - UniFOA
Docente no Curso de Enfermagem do UniFOA. Volta Redonda RJ), Brasil. Doutoranda em Enfermagem e Biociências - UNIRIO (em andamento).

Referências

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Publicado
2017-07-21
Seção
Artigos Originas - Promoção da Saúde