<b>Aspectos Agronômicos, Uso pelo Homem e Mecanismos da Fitorremediação: uma revisão

  • Daiane de Cinque Mariano Universidade Estadual de Maringá
  • Ricardo Shigueru Okumura Universidade Estadual de Maringá
Palavras-chave: Biorremediação, Descontaminação Ambiental, Elementos Tóxicos.

Resumo

O termo fitorremediação engloba todos os processos envolvidos na remediação de solos, sedimentos e sistemas de aquíferos contaminados por meio da seleção e utilização de plantas, microrganismos associados e respectivas enzimas, assim como a aplicação de técnicas agronômicas para degradar, reter, imobilizar ou reduzir a níveis não tóxicos os contaminantes ambientais. O sucesso do tratamento com a técnica de fitorremediação vai além do baixo custo, existindo diversas possibilidades de reciclagem da biomassa produzida que pode ser utilizada como fertilizante, ração animal, geração de energia, fabricação de papel, extração de proteínas para uso em rações, extração de substâncias quimicamente ativas de suas raízes para uso como estimulante de crescimento de plantas. A fitorremediação pode ser classificada dependendo da técnica empregada, da natureza química ou da propriedade do poluente, podendo remediar por meio da fitoextração, fitoestabilização, fitoestimulação, fitovolatilização e fitodegração. Este trabalho tem como objetivo fazer uma revisão sobre aspectos da fitorremediação pelas plantas, dando enfoque às características das plantas fitorremediadoras, benefícios e aplicações da utilização da técnica e os mecanismos da fitorremediação.

Biografia do Autor

Daiane de Cinque Mariano, Universidade Estadual de Maringá
Mestre em Agronomia pela Universidade Estadual de Maringá – UEM; Doutoranda em Agronomia pela Universidade Estadual de Maringá - UEM; Docente na Universidade do Estado de Mato Grosso – UNEMAT; E-mail: daianedecinque@gmail.com
Ricardo Shigueru Okumura, Universidade Estadual de Maringá
Mestre em Agronomia pela Universidade Estadual de Londrina – UEL; Doutor em Agronomia pela Universidade Estadual de Maringá – UEM; Docente interino na Universidade do Estado do Mato Grosso – UNEMAT; E-mail: ricardo_okumura@hotmail.com
Publicado
2012-05-02
Seção
Meio Ambiente