LINHA BÁSICA DE SUSCETIBILIDADE DA LAGARTA MILITAR A INSETICIDAS POR INGESTÃO NA CULTURA DO MILHO

  • Gustavo Storch Pesquisador do Desenvolvimento de produtos Syngenta, Curitiba-PR e-mail:gustorch@gmail.com
  • Alci Enimar Loeck Prof. Dr. Departamento de Fitossanidade FAEM-UFPel, Pelotas-RS
  • Deivid Araújo Magano Universidade Federal de Santa Maria
  • Mateus Batista Remor Eng. Agrônomo, Departamento de Fitossanidade FAEM-UFPel, Pelotas-RS.
Palavras-chave: Controle químico, Pesticidas, Zea mays

Resumo

Dentre os cereais cultivados no Brasil, o milho é o mais expressivo, já obtendo áreas com produtividades superiores a 16 toneladas por hectare. No entanto, essa expressão do seu potencial tem sido reduzida em consequência de severos ataques de pragas, dentre as quais se destaca a lagarta militar, que promove sérios danos à cultura. O objetivo desse trabalho foi estudar a linha básica de suscetibilidade aos inseticidas (lufenurom, novalurom, methoxifenizida e espinosade) sobre a população de lagartas de Spodoptera frugiperda. Foram realizados bioensaios para a obtenção das curvas de concentração-resposta para lagartas de terceiro instar, onde cubos de dieta (1,5 x 2,5 cm), artificial descrita por Greene et al. (1976), foram submersos na calda com cada inseticida durante um segundo e imediatamente colocados em tubos de vidro de 2,5 x 8,5 cm previamente esterilizados. Logo após as lagartas foram individualizadas nos mesmos tubos, os quais foram tamponados com algodão hidrófugo, e mantidos em câmara climatizada tipo BOD à temperatura de 25 ºC e fotofase de 14 horas, até a pupação. Os dados de mortalidade foram registrados diariamente até o estágio pupal. As curvas foram determinadas através da análise de Probit. Desse modo, foi possível observar que o inseticida lufenurom apresentou CL50 = 0,265 ppm, novalurom CL50 = 0,066 ppm, metoxifenozida CL50 = 4,544 ppm e espinosade CL50 = 0,970 ppm.

Biografia do Autor

Gustavo Storch, Pesquisador do Desenvolvimento de produtos Syngenta, Curitiba-PR e-mail:gustorch@gmail.com
graduação em Agronomia pela Universidade Federal de Pelotas (2000) e mestrado e doutorado em Fitossanidade pela Universidade Federal de Pelotas (2003/2007). Tem experiência na área de Agronomia, com ênfase em Entomologia, atuando principalmente nos seguintes temas: controle químico, zea mays, efeitos secundários, lagarta da soja, atualmente trabalho na Syngenta Seeds, na área de Desenvolvimento de Produtos Milho e Soja.
Alci Enimar Loeck, Prof. Dr. Departamento de Fitossanidade FAEM-UFPel, Pelotas-RS
lci Enimar Loeck concluiu o Doutorado em Entomologia pela Universidade de São Paulo em 1985. Atualmente é professor Ttitular em Entomologia na Universidade Federal de Pelotas. Foi Presidente da Área de Concentração em Fitossanidade do Curso de Pós-Graduação em Agronomia (1988-1990), Coordenador do Curso de Pós-Graduação em Agronomia (1990-1992), Pró-Reitor de Pesquisa e Pós-Graduação (1994-1997 e 2003-2008), Coordenador do Programa de Pós-Graduação em Fitossanidade (1999-2001).
Deivid Araújo Magano, Universidade Federal de Santa Maria
Graduação em Agronomia pela Universidade Federal de Pelotas (2005). Atuou como Professor Substituto da UFPEL do setor de Geomática, do DER da FAEM, ministrando as disciplinas de Introdução a Agronomia, Topografia I , II e Construções Rurais (2008-2010). Mestre em Fitossanidade (2010-2012). Atuou como Professor Temporário da UFPel no curso de Licenciatura e bacharelado em Geografia ministrando as disciplinas de Topografia, Impacto Ambiental de Agrotóxicos , Planejamento Ambiental, Tópicos em Geografia I, II , III e Trabalho Integrado de Campo (2012-2013). Atualmente é Doutorando do Programa de Pós graduação em Engenharia Agrícola, na área de Engenharia ambiental de Agroecossistemas. Membro do Grupo de estudos em Fitossanidade de Precisão e do Grupo de estudos em Manejo Integrado de pragas da UFSM.
Mateus Batista Remor, Eng. Agrônomo, Departamento de Fitossanidade FAEM-UFPel, Pelotas-RS.
Engenheiro Agrônomo formado pela Universidade Federal de Pelotas (2009). Tem experiência na área de Agronomia, com ênfase em Plantas Daninhas
Publicado
2017-04-07
Seção
Agronegócio