Efeito alelopático do extrato aquoso de aveia preta (Avena strigosa Schreb.) na germinação e desenvolvimento de soja (Glycine max L. Merril)

Autores

  • Fabiane Ducca Cesumar
  • Patrícia da Costa Zonetti Cesumar

DOI:

https://doi.org/10.17765/2176-9168.2008v1n1p101-110

Palavras-chave:

Alelopatia, Avena strigosa Schreb., Glycine max L. Merril

Resumo

Este trabalho teve por objetivo avaliar a influência do extrato aquoso de aveia na germinação e desenvolvimento da soja. O extrato foi obtido das folhas e raízes de plantas de aveia com 30 e 60 dias de idade, as quais foram trituradas frescas e secas, totalizando oito tratamentos e um grupo-controle. Foram utilizadas vinte sementes de soja, sobre papel filtro umedecido com o extrato de aveia nos diferentes tratamentos, e no grupo-controle utilizou-se água destilada. O uso de extrato de aveia-preta não influenciou significativamente na porcentagem de germinação das sementes de soja; no entanto, observou-se diferença quanto ao índice de velocidade de germinação, mostrando que os tratamentos com extratos atrasaram o processo germinativo. Os extratos com folhas e raízes secas com 30 dias de idade proporcionaram menor desenvolvimento das plântulas de soja, enquanto os extratos de plantas de aveia-preta com 60 dias de idade proporcionaram maior crescimento da raiz e da parte aérea em relação ao controle. As plantas de aveia-preta em estágio inicial de desenvolvimento (30 dias) afetaram negativamente o desenvolvimento das plântulas de soja.

Biografia do Autor

Fabiane Ducca, Cesumar

Licenciada em Ciências Biológicas pelo Centro Universitário de Maringá – CESUMAR

Patrícia da Costa Zonetti, Cesumar

Docente do Curso de Ciências Biológicas e Agronomia do Centro Universitário de Maringá – CESUMAR

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Publicado

2007-10-08

Como Citar

Ducca, F., & Zonetti, P. da C. (2007). Efeito alelopático do extrato aquoso de aveia preta (Avena strigosa Schreb.) na germinação e desenvolvimento de soja (Glycine max L. Merril). Revista Em Agronegócio E Meio Ambiente, 1(1), 101–110. https://doi.org/10.17765/2176-9168.2008v1n1p101-110

Edição

Seção

Meio Ambiente

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