Inquietações Sobre o (Des)Nível de Alta Complexidade da Assistência Social

Autores

  • Thiago Prisco Prefeitura Municipal de Belo Horizonte

Palavras-chave:

Assistência Social, Complexidade, Níveis de Proteção, Política Pública

Resumo

O presente artigo apresenta a Assistência Social como política pública e a sua divisão por níveis de proteção: Proteção Social Básica e Proteção Social Especial de Média e de Alta Complexidade. A discussão que se faz problematiza a quantidade elevada de equipamentos da Alta Complexidade que, na maioria das vezes, ainda funcionam por meio da lógica dos convênios com as Prefeituras, em detrimento dos equipamentos públicos sob a administração direta. Tal fenômeno ocorre de modo distinto na Proteção Básica e na Média Complexidade, devido à obrigatoriedade da oferta dos CRAS e dos CREAS, enquanto equipamentos público-estatais, como elementos necessários para a exequibilidade da política.

Biografia do Autor

Thiago Prisco, Prefeitura Municipal de Belo Horizonte

Graduado em Serviço Social pelo Centro Universitário UNA, pós-graduando em Gestão de Políticas Públicas em Gênero e Raça pela Universidade Federal de Viçosa, Analista de Políticas Públicas da Prefeitura Municipal de Belo Horizonte e conselheiro do Conselho Regional de Serviço Social de Minas Gerais (CRESS-MG)

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Publicado

2014-12-08

Como Citar

Prisco, T. (2014). Inquietações Sobre o (Des)Nível de Alta Complexidade da Assistência Social. Revista Cesumar – Ciências Humanas E Sociais Aplicadas, 19(2). Recuperado de https://periodicos.unicesumar.edu.br/index.php/revcesumar/article/view/3186

Edição

Seção

Artigos de Revisão