<b>Políticas de Ensino Superior no Brasil: O Currículo dos Cursos de Biomedicina dstá Preparado para o Mercado de Trabalho em Biotecnologia? / Policies for Higher Education in Brazil: Is the Curriculum of Biomedicine Courses Prepared for the Labor...

  • Junior Araujo Sousa Unviersidade de Mogi das Cruzes
  • Flavia Enira Gomes Pereira Universidade Paulista - UNIP/ professora
  • Victor Proença Ricardo Universidade Paulista - UNIP/professor
Palavras-chave: Formação Continuada do Aluno, Habilidades Sociais, Representações Sociais / Students´ Continuous Formation, Social Abilities, Social Representations

Resumo

Na área da saúde, os cursos de graduação estão em constantes mudanças com o desafio de atender às demandas sociais, e o assunto biotecnologia começa a ter destaque em várias profissões, mas na Biomedicina esbarra na ausência de certificação e na oferta da disciplina no ensino. O objetivo deste trabalho foi explorar e analisar as representações sociais dos discentes de Biomedicina sobre a disciplina de processos biotecnológicos. Os resultados principais demonstram que a biotecnologia é um assunto importante na formação do profissional, mas não ganha grande destaque nos cursos, devido à área não ser reconhecida como habilitação; nisso, as representações do grupo de alunos concluintes demonstram a preocupação sobre o futuro da atuação do Biomédico. Discutem-se algumas questões sobre o estágio na área, caso fosse reconhecida a habilitação, ausência de informações em assuntos relacionados à profissão especificamente, como também dificuldade de parcerias de pesquisa. ABSTRACT: Undergraduate courses in health are in constant flux due to the challenge to attend social demand. Although Biotechnology is currently in the limelight in several professions, in Biomedicine there is a lack of certification and supply of the discipline in university studies. Current analysis explores the social representations of undergraduates in Biomedicine on the discipline of biotechnological processes. The main results show that Biotechnology is a very important issue in the formation of the professional although it is never underscored in courses since it is not acknowledged as a profession. University-leaving students are concerned on the future exercise of the Biomedicine professional. Issues on the trainee practice in the area, lack of information related specifically to the profession and the difficulty in research-sharing are discussed.

Biografia do Autor

Junior Araujo Sousa, Unviersidade de Mogi das Cruzes
Mestre em Biotecnologia pela Universidade de Mogi das Cruzes, experiência em Representações Sociais, possui graduação em Biomedicina pela Universidade Paulista - UNIP com habilitação em Análises Clinicas.
Flavia Enira Gomes Pereira, Universidade Paulista - UNIP/ professora
Possui doutorado pela Universidade Federal de São Paulo, mestrado em Biotecnologia pela Universidade de Mogi das Cruzes e Especialização em Análises Clínicas e Acupuntura. Professora da Universidade Paulista. Tem experiência na área de Laboratório Clínico, com ênfase em Bioquímica e Hematologia.
Victor Proença Ricardo, Universidade Paulista - UNIP/professor
Possui Graduação (2002) em Ciências Biológicas - Modalidade Médica pela Universidade Estadual Paulista (UNESP/Botucatu), Doutorado (2008) e Pós-Doutorado (2011) em Ciências (a.c. Farmacologia) pela Universidade Federal de São Paulo. Auxiliou na organização e planejamento de vários projetos de pesquisa institucionais voltados para o aprimoramento do sistema de pós-graduação e pesquisa da UNIFESP, nos conceitos de equipes multidisciplinares, equipamentos multiusuários ("core facilities") e "Translational Sciences". Atualmente é Professor Titular de Farmacologia e Fisiologia, além de Coordenador do Curso de Biomedicina da Universidade Paulista/UNIP. Tem experiência na área de Fisiofarmacologia, com ênfase em Neuropsicofarmacologia, atuando principalmente nos seguintes temas: produtos naturais, ansiedade e memória, estresse oxidativo, restrição calórica e envelhecimento, bem como drogas de abuso e esquizofrenia. Atua também como consultor ad-hoc para a FAPESP. Em paralelo, fundou a empresa Suporte Ciência e o Blog ComCiência. (Texto informado pelo autor)
Publicado
2014-12-19
Seção
Artigos Originais