<b>Certificação da indústria do etanol brasileiro no contexto dos stakeholders

  • Suellen Moreira de Oliveira IFMS - Instituto Federal do Mato Grosso do Sul e USCS - Universidade Municipal de São Caetano do Sul
  • Denise Barros de Azevedo Uniderp - Campo Grande
  • Moisés Centenaro Universidade Estadual do mato Grosso do Sul
  • Antonio Domingos Padula Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS
  • Raquel da Silva Pereira Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS
  • Armando Fornazier Unicamp
  • Mariana Uhry Boeira Pozas Universidade Federal do Rio Grando do Sul - UFRGS
  • Camila Steffens Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS
Palavras-chave: Certificação do etanol, Desenvolvimento sustentável, stakeholders.

Resumo

O presente artigo tem como objetivo analisar as discussões entre dois stakeholders, a ÚNICA e o INMETRO sobre o processo de certificação do etanol no Brasil, pontuando seus benefícios e implicações nas áreas sociais, ambientais e econômicas. Para atender a esse objetivo foi realizada pesquisa bibliográfica, documental e entrevista com a ÚNICA e o INMETRO para verificar o processo de certificação do etanol. Os resultados apontam que as empresas brasileiras produtoras de etanol já adotam certificações que abrangem critérios ambientais e sociais de acordo com as exigências dos clientes. Mas o setor produtivo, juntamente com o Estado e outras organizações, vem buscando ações para criar padrões mundiais para o etanol, o que pode facilitar o processo de transformação do produto em uma commodity.

Biografia do Autor

Suellen Moreira de Oliveira, IFMS - Instituto Federal do Mato Grosso do Sul e USCS - Universidade Municipal de São Caetano do Sul
Docente do IFMS - Instituto Federal de Educação e Tecnologia do Mato Grosso do Sul; Doutoranda em administração pela Universidade Municipal de São Caetano do Sul - USCS; Mestre pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS; e-mail: suellen_oliveira@hotmail.com Bacharel em administração pela FIU - Faculdades Integradas Urubupungá
Denise Barros de Azevedo, Uniderp - Campo Grande
Docente adjunta da Universidade de Brasília - UNB; Doutora em Agronegócio pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS; E-mail: deniseazevedo@hotmail.com
Moisés Centenaro, Universidade Estadual do mato Grosso do Sul
Docente daUniversidade Estadual do Mato Grosso do Sul - UEMS; Doutorando em administração pela Universidade do Vale do Rios dos Sinos - UNISINOS; E-mail: m.centenaro@uems.br
Antonio Domingos Padula, Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS
Docente do curso de Pós graduação em Administração pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS; E-mail: adpadula@ea.ufrgs.br
Raquel da Silva Pereira, Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS
Docente do curso de pós-graduação em adminstração pela USCS - Universidade Municipal de São Caetano do Sul - USCS; E-mail: raquelspereira@uol.com.br.
Armando Fornazier, Unicamp
Doutorando em economia pela Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP; Mestre pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul; - UFRGS; E-mail: armandoagro@yahoo.com.br;
Mariana Uhry Boeira Pozas, Universidade Federal do Rio Grando do Sul - UFRGS
Doutoranda e Mestre em administração pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFGRS; E-mail: contato@marianaboeira.com.br
Camila Steffens, Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS
Graduanda em Relações Internacionais Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS; E-mail: camila_steffens@yahoo.com.br
Publicado
2012-04-27
Seção
Agronegócio