Isolamento social na fase juvenil altera a plasticidade normal do córtex somatossensorial em ratas adolescentes
DOI:
https://doi.org/10.17765/2176-9206.2026v19e13520Palavras-chave:
Estresse, Espessura cortical, Córtex cerebral, Espinhas dendríticasResumo
O isolamento social infantil resulta da falta de contato com congêneres, sendo a socialização importante no desenvolvimento normal das espécies sociais, como o homem e roedores. O objetivo foi avaliar os efeitos do estresse de isolamento social na fase juvenil no córtex somatossensorial, região relacionada à percepção dos estímulos táteis. Analisou-se a espessura cortical e densidade de espinhas dendríticas das subregiões: Upper Lip, Barrel Cortex e Somatossensorial Secundário. Foram utilizadas 27 ratas Wistar (Rattus novergicus) organizadas nos grupos: Controle e Estresse de Isolamento Social. O Isolamento Social ocorreu entre 21 a 35 dias de vida pós-natal (P21-P35) e, em P43, foi realizado eutanásia. Para análises histológicas utilizou-se as histotécnicas Nissl e Golgi-Cox. Os resultados demonstraram alterações neuroanatômicas no grupo submetido ao isolamento, onde Upper Lip apresentou menor espessura cortical, sendo associado a menor densidade de espinhas. Barrel Córtex identificou-se maior espessura, que pode depender de fatores neuronais não investigados.
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