Límites al enjuiciamiento del Ecocidio ante la Corte Penal Internacional
DOI:
https://doi.org/10.17765/2176-9184.2026v26.e14105Palabras clave:
Ecocidio, Estatuto de Roma, Jurisdicción de la CPI, Principio De LegalidadResumen
CONTEXTUALIZACIÓN: La degradación ambiental a gran escala revela la insuficiencia de los mecanismos internacionales de prevención y responsabilidad penal frente a daños transfronterizos. En este contexto, cobra relevancia el debate sobre el ecocidio como delito internacional y sobre la capacidad de la Corte Penal Internacional (CPI) para enjuiciarlo, dentro de los límites del Estatuto de Roma.
OBJETIVO: Identificar y sistematizar los principales obstáculos normativos e institucionales que, en el estado actual, restringen el enjuiciamiento del ecocidio por la CPI, aclarando el alcance real de su jurisdicción y de los parámetros del Estatuto de Roma.
METODOLOGÍA: Enfoque deductivo con revisión bibliográfica en derecho penal internacional y derecho internacional ambiental y análisis normativo del Estatuto de Roma (énfasis en el art. 30 y en los core crimes), además de documentos institucionales de la CPI. Se incorporan, con carácter ilustrativo, desastres ambientales brasileños para discutir tipicidad y carga probatoria.
RESULTADOS: Se evidencian tres barreras: (i) indeterminación conceptual del ecocidio y controversia sobre el elemento subjetivo y los umbrales de gravedad; (ii) ausencia de tipificación expresa en el Estatuto de Roma y encaje limitado en los core crimes, lo que no asegura tutela autónoma del bien jurídico ambiental; y (iii) restricciones institucionales de la CPI (complementariedad, exigencia de dolo, jurisdicción solo sobre personas naturales, Estados no parte, remedios ecológicos insuficientes y limitaciones de capacidad). Se concluye que la CPI posee, hoy, capacidad limitada para abarcar la totalidad de los supuestos de ecocidio, lo que demanda soluciones normativas e interpretativas futuras.
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